quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

A FRAGILIDADE de nosso MUNDO COMPLEXO: Sem COOPERAÇÃO E COMPROMISSO GLOBAL não se poderá MANTER O FUNCIONAMENTO de SISTEMAS VITAIS - Reuters: Ataques cibernéticos ameaçam INDÚSTRIAS DA DEFESA E PETROLÍFERA.

De: Claudio Estevam Prospero
Enviada em: quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 18:48
Assunto: [SINAPSES] A FRAGILIDADE de nosso MUNDO COMPLEXO: Sem COOPERAÇÃO E COMPROMISSO GLOBAL não se poderá MANTER O FUNCIONAMENTO de SISTEMAS VITAIS - Reuters: Ataques cibernéticos ameaçam INDÚSTRIAS DA DEFESA E PETROLÍFERA.



Ataques cibernéticos podem afetar suprimento mundial de petróleo

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 16:18 BRST

Por Daniel Fineren
DOHA (Reuters) - Hackers estão bombardeando o setor mundial de energia controlado por computadores, conduzem operações de espionagem industrial e podem causar devastação em todo o planeta caso perturbem o suprimento de petróleo.
Executivos de companhias petroleiras alertaram que os ataques estão se tornando mais frequentes, e que seu planejamento está se tornando mais cuidadoso.
"Se alguém conseguir entrar na área que permite controlar a abertura e fechamento de válvulas, ou as válvulas de escape, é fácil imaginar o que aconteceria", disse Ludolf Luhman, executivo de tecnologia da informação na Shell, a maior companhia da Europa.
"Vemos cada vez mais ataques aos nossos sistemas de informática e redes de informações, e as motivações são diversas - tanto criminosas quanto comerciais", disse Luhman. "Vemos crescente número de ataques com claros interesses comerciais, tendo por foco nossa pesquisa e desenvolvimento, e com a meta de conquistar vantagem competitiva."
Ele disse que o worm Stuxnet, descoberto em 2010, o primeiro a ser identificado que tinha como propósito específico subverter sistemas industriais, mudou o mundo das companhias petroleiras internacionais, porque foi o primeiro ataque visível a ter impacto significativo sobre o controle de processos. [1]
Mas a determinação e vigor demonstrados pelos hackers no ataque a sistemas industriais e empresas estão se intensificando e houve uma alta no número de ataques múltiplos realizados contra sistemas operacionais específicos das empresas do setor, segundo ele.
"O crime de computação é uma questão grave. Não está restrito a uma companhia ou outra, ganhou dimensões amplas e é provavelmente um dos maiores ricos que enfrentamos hoje, e continuaremos a enfrentar", disse Dennis Painchaud, diretor de relações com governos internacionais na Nexen, do Canadá. "É um risco muito significativo para o nosso negócio."
Luhman disse que os hackers estão cada vez mais buscando ataques longos, recolhendo informações durante semanas ou meses antes de atacar alvos específicos nas operações de uma companhia, com base nas informações recolhidas durante longo tempo de pesquisa.
"É uma nova dimensão dos novos ataques que vemos na Shell", disse.
[1] Claudio: Imaginemos também o efeito em Redes de Distribuição de Água, Energia, Telecomunicações e Controle de Tráfego Aéreo !!!

 

Lockheed e outros grupos de defesa atacados por hackers

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 09:30 BRST

Por Andrea Shalal-Esa
WASHINGTON (Reuters) - A Lockheed Martin e outras empresas de defesa dos Estados Unidos foram atacadas por hackers que utilizaram uma vulnerabilidade antes desconhecida no Adobe Reader, o mais recente em uma série de persistentes ataques contra os fabricantes norte-americanos de armas, informaram especialistas em segurança na quarta-feira.
A Lockheed, maior fornecedora do Pentágono, anunciou ter detectado a tentativa de ataque em suas atividades normais de monitoração, e imediatamente notificou a Adobe. A empresa disse que seus sistemas de informação não chegaram a ser violados.
A Adobe atribuiu à Lockheed e a outras companhias do Defense Security Information Exchange (DSIE), um grupo de grandes empresas de defesa que compartilham informações sobre ataques cibernéticos, o crédito pela descoberta e divulgação da vulnerabilidade crítica.
O DSIE envolve empresas que também são parte do "Defense Industrial Base", um programa-piloto que envolve grandes empresas de defesa que trocam informações sobre ameaças a redes entre si e com o governo.
Wiebke Lips, porta-voz da Adobe, disse ter recebido informações de que a vulnerabilidade "está sendo explorada ativamente para ataques limitados e dirigidos especificamente ao Adobe Reader 9.4.6 para o Windows", mas se recusou a dar mais detalhes. A Adobe anunciou que distribuirá uma atualização para corrigir o problema na semana que vem.
Sam Visner, executivo de segurança cibernética da CSC, disse que o mais recente incidente era interessante dado o número de ameaças reportado pelas empresas, a capacidade do malware de cifrar dados enquanto ainda armazenados no computador alvo e a natureza específica do ponto usado para conquistar acesso.
Os emails de ataque incluem um documento PDF intitulado "guia sobre contratos", que pode interessar às empresas de defesa. Caso aberto, o malware oculto no arquivo PDF pode comprometer o computador alvo.
"Tudo isso aponta para uma ameaça desenvolvida deliberadamente a fim de obter informações das empresas de defesa," disse Visner. Ele não quis informar se a CSC foi alvo do ataque.
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Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
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Nossa Espécie (Homo Sapiens Sapiens Demens - Edgar Morin) Agradece!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Pelo ”Occupy o Parlamento” ou ”Por que não nos deixam fazer a Democracia DIRETA?”

Pelo ”Occupy o Parlamento” ou ”Por que não nos deixam fazer a Democracia DIRETA?”

Por Cyber Phantom, em 31/12/1969 às 21:00, 5 comentários.


Todos sabemos que o nível alcançado pela tecnologia hoje permitiria facilmente que participássemos diretamente das votações na câmara e senado e que, ainda, o voto não teria de ser necessariamente obrigatório.

Imaginemos a seguinte situação. Existem milhares de projetos que seriam colocados à disposição de forma clara (não as enrolações de praxe) em um dado site qualquer (desenhado para esse fim). Em qualquer horário, qualquer um poderia participar da votação que lhe conviesse. Vale também, por SMS, MSN, e outras siglas tecnológicas disponíveis.

Um projeto está em discussão e lhe interessa, mas você não tem um computador à mão? Simples, vote na Lan-House mais próxima, e em quantos projetos quiser.

Então fica aí a pergunta: por que nos deixam, os 99%, de fora dos “acertos” e “conchavos” da vida pública e que nos afeta diretamente? Podemos não “servir” para nada dentro do sistema político, mas para votar nos “digníssimos” candidatos servimos muito bem. Está na hora de invertemos a equação.

Que tal uma campanha pelo VCP (Voto Cidadão Parlamentar)?

Ao invés de ocupar qualquer lugar que não interfere em absolutamente nada, vamos fundar o movimento “Ocupe o Parlamento” com nossos votos. Que delícia seria ver duas coisas: a política (não politicagem) na mão de quem verdadeiramente sabe fazer política – o povo – e as faces desvalidas do poder (político e econômico)!!!

Basta querermos. Basta a nossa pressão. Quem vota nessa? Um homem, um voto. Façamos desta discussão a mais discutida (sic) do blog, da internet, do Estado, do País e… quiçá, do Mundo.
Divulgue e discuta.


Gostei desta sugestão (comentário):

Por Thiago Paixão, em 26/10/2011 às 13:03. 
A alegação para que não haja um discussão em cima disso é que por mais segura que seja a tecnologia, ela mesmo assim não é tão segura e é sujeita a fraude. Hoje, creio que uma maneira bem tecnológica bem simples e relativamente segura, seria o uso SMS. Todo número de celular é obrigatoriamente atrelado à um CPF, por tanto saberia exatamente quem está votando. Mas acho que seria esperar de mais de nossos legisladores que criem leis que permitam esse tipo de voto, pelo menos a curto prazo.
Uma ideia que seria de fácil aplicação e que a atual legislação já permitiria seria criar uma “Câmara Cidadã” na internet. Explicando melhor: Imagine uma rede social exclusiva para questões política, onde qualquer um pode propor projetos. Todos projetos teriam um estilo de votação parecido com o “curtir” do Facebook, Quanto mais popular um projeto, mas ele sob num ranking de projetos criado pelo povo. 
De tempos em tempos, é pego o projeto que está no topo do ranking e feito um trabalho maior em cima dele, a exemplo do Ficha Limpa. Cidadãos mais qualificados (advogados, etc..) ajudariam a criar o documento do projeto, e demais participantes além de opinarem, ajudariam a recolher assinaturas. Nossa legislação hoje permite que qualquer cidadão comum crie uma proposta de lei e que pode ser aprovada através de abaixo assinado. Apesar desse recurso que temos, até hoje apenas quatro projetos de lei foram criados assim.

Iniciativas em curso para ampliarmos o controle da Sociedade sobre nossas Instituições Políticas:


Reforma Política

A Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político pretende servir para subsidiar o debate e sistematizar o acúmulo alcançado em todo o ...

Proposta de Iniciativa ...

Pesquise no Portal da Reforma ...

Comissão de Reforma Política ...

Em curta reunião na tarde desta ...

Parlamentares e movimento ...

A Frente da Reforma Política será ...

Plataforma dos Movimentos ...

Apresentação do relatório da ...

PSOL aprova resolução sobre a ...

A Plataforma dos Movimentos ...

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Perguntas Frequentes

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PROJETO DE LEI DE INICIATIVA POPULAR PARA DESELEGER PARLAMENTARES IRRESPONSÁVEIS

À LUTA, ELEITORES! “LEI DA DESELEIÇÃO”

Recall dos parlamentares     

Catalisar campanha de assinaturas para projeto de lei de iniciativa popular

http://www.causes.com/causes/564513-recall-dos-parlamentares?recruiter_id=147844465


O Movimento Popular Cidadania Ativa, luta por um Brasil melhor, e faz um trabalho de conscientização política da população, além de promover mobilizações a favor do povo. O MPCA luta desde dezembro de 2010, contra o aumento salarial dos parlamentares, trata-se de um movimento APARTIDÁRIO.

‎(Veja o vídeo de como funciona na Suíça: http://www.youtube.com/watch?v=9aoHt5WNr0I )


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Uma Carta de Direitos para o Século 21 - Surgindo do Metamovimento gerador da Primavera Árabe, Indignados, Ocupar_Wall_Street?

Uma Carta de Direitos para o Século 21

[http://umairhaque.blogspot.com/2011/10/metamovement-is-retrovirus.html]


O  que é o Metamovimento? Afinal, não tem havido falta de críticas dizendo efetivamente: "Não tem rumo". [http://www.google.com/search?client=safari&rls=en&q=occupy+wall+st+aimless&ie=UTF-8&oe=UTF-8]

Deixe-me fazer uma observação: o Metamovimento, muitas vezes se diz, é "viral". Eu acho que, de fato, é retroviral. O Metamovimento - por definição, como um movimento de movimentos, e não um esforço hierarquico, centralizado, organizado - não tem finalidade singular. Embora os movimentos individuais, como occupywallst, tenham "Demandas", o Metamovimento como uma epidemia viral de revoluções, de contágio global, não tem um objetivo identificável, simplista, límpido e brilhante.

Em vez disso, eu sugiro: o Metamovimento é um retrovírus [http://en.wikipedia.org/wiki/Retrovirus] retrovírus  [http://pt.wikipedia.org/wiki/Retroviridae]. 

Um vírus infecta um hospedeiro para usar seus recursos para se reproduzir, já um retrovírus se inscreve no DNA de seus hospedeiros, replicando-se depois, dentro do DNA do hospedeiro - um retrovírus é um dispositivo de entrega de gene. Como um retrovírus, o Metamovimento não tem "objetivos" transitórios -, mas é projetado para reescrever, irreversivelmente, o programa codificado no DNA das Instituições da Idade Industrial.

Deixe-me explicar desde o principio.

O novo programa que o Metamovimento deseja gravar é este: para se transformar  erros em direitos [http://umairhaque.blogspot.com/2011/10/bargain.html].

 Aqui, interpreto erros num sentido específico - como a negação de direitos à bens, erros são obrigações de engolir "males" como dívida tóxica, desemprego e resgates (e você deveria ler este post [http://umairhaque.blogspot.com/2011/10/wrong.html], antes de continuar, para você tirar o máximo proveito deste).

Para ilustrar o que quero dizer com "transformando erros em direitos", considerem a América que quase foi: em 1944, como muitos de vocês provavelmente sabem , FDR [http://pt.wikipedia.org/wiki/Franklin_Roosevelt] propos uma "segunda carta de direitos" [http://en.wikipedia.org/wiki/Second_Bill_of_Rights]. Aqui está o que ele tinha a dizer:


"Nós desenvolvemos uma clara compreensão do fato de que a liberdade individual não pode existir, verdadeiramente, sem segurança econômica e independência." Homens necessitados não são homens livres. "[2] As pessoas que estão com fome e sem trabalho são o material do qual as ditaduras são feitas.


Nos nossos dias estas verdades econômicas se tornaram aceitas como auto-evidentes. Nós aceitamos, por assim dizer, uma segunda Carta de Direitos, sob uma nova base na qual a segurança e a prosperidade podem ser estabelecidas para todos, independentemente de raça, estação (situação?), ou credo. Entre estes estão:

  • O direito a um trabalho remunerado e útil nas indústrias, lojas, fazendas ou minas da nação; 

  • O direito de ganhar o suficiente para proporcionar uma alimentação adequada, vestuário e recreação;

  • O direito de cada agricultor produzir e vender produtos com uma remuneração que dará a ele e a sua família uma vida decente;

  • O direito de cada homem de negócios, grandes e pequenos, a uma atmosfera de comércio livre de concorrência desleal e dominação por monopólios, em casa ou no exterior;

  • O direito de toda família à uma casa decente;

  • Direito à assistência médica adequada e a oportunidade de obter e gozar de boa saúde;

  • Direito à proteção adequada contra os temores econômicos da velhice, doença, acidentes e desemprego;

  • O direito à uma boa educação.
Todos estes direitos significam segurança. E depois que esta guerra [2a. Guerra Mundial] estiver ganha, devemos estar preparados para avançar, na implementação desses direitos, para novos objetivos da felicidade humana e bem-estar. O lugar de direito da América no mundo depende, em grande parte, de como estes e direitos semelhantes forem colocados em prática para todos os nossos cidadãos. Se não houver segurança aqui, em casa, não poderá haver paz duradoura no mundo.

Aqui está o que eu não estou sugerindo: a de que a Proposta da Segunda Carta de Direitos de FDR é um projeto para o futuro, e que eu concordo, necessariamente, com todos e cada um. O que estou sugerindo é isto: o objetivo do Metamovimento é transformar os erros da Era Industrial (lembre-se, interpreto isto em um sentido técnico) em direitos singulares para o século 21 - direitos às mercadorias autênticas de uma verdadeira prosperidade humana.

O que há de estranho sobre a lista de Franklin Delano Roosevelt, acima, é como o passado aparenta estar assombrando o presente - muitos dos direitos que ele sugeriu ainda são, exatamente, os que estão sendo a discussão de hoje. Liberdade de concorrência desleal - especialmente de oligopólios financeiros grandes demais para falir? Direito à assistência médica adequada? O direito a uma "boa" educação - não apenas uma cara indulgência? Estas são as turbulentas vicissitudes do presente: a face espectral da Ilusão Americana, um Sonho de Celulóide que nunca existiu.

Se você me perguntar, o exposto acima é um começo pobre - e a prosperidade do século 21 vai exigir ganhos ainda mais radicais - vai demandar uma Carta de Direitos Eudaimonic. Algo como, por exemplo, qualquer ou todos os abaixo:

  • O direito a um ambiente de prosperidade.

  • O direito não apenas a "trabalhar" - Mas à fazer uma obra que perdure e seja significante.

  • O direito não apenas de ser livre de monopólios - mas de garantias e subsídios de estado aos rivais.

  • O direito de ser livre de poluição de informações (leia-se: desinformação de espectadores da Fox News sobre fatos básicos).

  • O direito à segurança e estabilidade financeira.

  • O direito de não ser tributado pelo setor privado, explicita ou implicitamente.

  • O direito de comprar e vender a preços que reflitam o autêntico valor, de longo prazo
Todos estes são exemplos pequenos de direitos provavelmente importantes, se o objetivo não é meramente viver - mas viver significativamente bem, viver até o ápice do maior potencial, para desfrutar uma vida que importa, conta, perdura, ressoa. Eles não são os melhores ou únicos - apenas alguns poucos pensamentos que eu anotei rapidamente. Aqui está meu ponto.


Eu vejo o Metamovimento menos como uma "revolução", no sentido ortodoxo, mas mais como uma família de retrovíroses: uma transportadora, descentralizada, flexível (de baixo acoplamento), não-muito-consciente, de uma carga letal, orientada diretamente para invadir o DNA das instituições da idade industrial, alterando a lógica da prosperidade codificada dentro de sua estrutura interna. Um retrovírus é um veículo de entrega genética, está na fronteira entre vida e não-vida, cujo propósito é alterar o DNA do hospedeiro, fazer parte do hospedeiro, e alterar, para sempre, seu programa.

Se o Metamovimento é um organismo - não no sentido de estar vivo, mas no sentido de que não é determinista ou mecanicista - então eu diria que a gratificação que irá disparar é algo como o acima, a institucionalização de um programa que transforma o errado em direitos; um programa Eudaimonic que escreve uma Carta de Direitos que servirá como base para um contrato social para a Prosperidade com significado, em termos humanos. Um retrovírus é projetado, não meramente, para desfazer, mas para transformar a lógica que governa um organismo; e isto, penso eu, é o Metamovimento. Um retrovírus bem sucedido codifica seus genes no interior do DNA dos hospedeiros- e eu diria que o Metamovimento não tem uma "meta" intencional, mas ele tem um design - e seu design é levar os genes da agência humana e escolha moral (ou, se você preferir, pode escolher chavões como "horizontalidade", "ausência de necessidade de chefe / condutor", "abertura", etc) direto para a estrutura molecular das instituições da era industrial, e inscrevê-los lá, luminosamente enxertando possibilidades em seus ossos calcificados .

O Metamovimento não é um vírus, é um retrovírus. O hospedeiro está infectado - Mas irão os novos genes ser codificados no frágil DNA de ontem? A próxima pergunta é: O que acontecerá quando o sistema imunológico entrar em ação?

terça-feira, 27 de setembro de 2011

FRATERNIDADE (Caridade, Solidariedade) = O FUNDAMENTO esquecido do Tripé do Estado Moderno (Filho da Revolução Francesa (Fraternidade, Igualdade, Liberdade)). Uma das origens dos INDIGNADOS ("Primavera Árabe", Zona do Euro e #OCCUPYWALLSTREET)?


TERÇA-FEIRA, 19 DE JANEIRO DE 2010

[Crise financ] "Capitalismo" ou "Socialismo" ? Estudo comparado com [ Liberdade, Igualdade e Fraternidade ].

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Publicado originalmente em:

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18/01/2010 - 09H41

Fórum de Davos aponta crise ética e de valores

Valor Online
GENEBRA - A crise financeira mundial é também uma crise de ética e de valores. É o que conclui uma pesquisa junto feita pelo Fórum Mundial de Economia, a entidade privada suíça que organiza os famosos encontros de Davos, nos Alpes suíços.

Para o Fórum, a pesquisa reflete um sério "déficit" de confiança sobre valores no mundo dos negócios hoje em dia. Foram ouvidas 130 mil pessoas na França, Alemanha, Índia, Indonésia, Israel, México, Arábia Saudita, África do Sul e Estados Unidos. Quando indagados a identificar os valores mais importantes para o sistema político e econômico, 40% dos entrevistados escolheram honestidade, integridade e transparência.

Klaus Schwab, fundador do Fórum de Davos, que, no passado, não cessou de reclamar contra regulações na economia real, admite que a economia global, as instituições e mecanismos de cooperação internacional fracassaram no atendimento de pelo menos 3 bilhões de pessoas no mundo. Para líderes religiosos e acadêmicos citados no relatório divulgado hoje, a crise econômica e financeira global é uma oportunidade para "rearticular valores". Ao mesmo tempo, os bancos, que tiveram o socorro de bilhões de dólares por parte dos governos, se preparam para pagar mais de US$ 100 bilhões de bônus para seus funcionários.

(Assis Moreira | Valor)
Contraponto
Experiência Socialista.. .
Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo.'
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas em testes."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas.' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém repetiria. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um A...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam Bs. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média dos testes foi D.
Ninguém gostou. Depois do terceiro teste, a média geral foi um F.
As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram...
Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foram seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. 
"Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros, sem seu consentimento, para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
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O pensamento abaixo foi ESCRITO POR ADRIAN ROGERS NO ANO DE 1931 !!!
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
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Comentário de Claudio: nos textos acima vemos o conflito entre dois valores do lema da Revolução Francesa: Igualdade e Liberdade. [1]
Creio que nossos antepassados Iluministas tinham razão quando insistiram em um equilíbrio dinâmico entre Liberdade, Igualdade e Fraternidade (Solidariedade).
Continuamos lutando para construir sociedades
 baseadas neste ideal.
[1] Origem do lema
As três palavras --- Liberdade, Igualdade e Fraternidade ---que se tornaram, praticamente,um lema da Maçonaria contemporânea, não têm origem maçônica. Alguns autores, mais ufanos do que realistas e mais fantasistas do que científicos, afirmam que o lema é maçônico e foi utilizado como divisa da Revolução Francesa de 1789.

A verdade histórica, todavia, é bem outra:

Em primeiro lugar, o lema da Revolução Francesa era “Liberté, Égalité, ou la Mort”(Liberdade, Igualdade, ou a Morte). Só com a 2a. República, em 1848, é que ele iria se transformar em “Liberté, Égalité, Fraternité” (Liberdade, Igualdade, Fraternidade). (Ver nota)

Em segundo lugar, foi a Maçonaria francesa que, na segunda metade do século XIX, adotou o lema da 2a. República, o qual acabaria se vulgarizando entre os maçons que trabalhavam sob influência da cultura francesa, em todo o mundo, a ponto de chegar a ser considerado como uma divisa exclusivamente maçônica, o que não é.

Em terceiro lugar, a idéia de Liberdade, Igualdade e Fraternidade é bem mais antiga. Podem ser encontrados vestígios dela, quando da criação da primeira seita comunista, dita “Comunismo Cristão”, fundada em 1694, por Johann Kelperès. Para os membros dessa seita, o Messias aguardado não se apresenta como o pescador de almas, mas, sim, através de uma trilogia, onde ele é o “distribuidor de justiça”(igualdade), o “grande irmão” (fraternidade) e o “libertador”(liberdade).

{Extraído de: LIBERDADE , IGUALDADE , FRATERNIDADE 

Para um estudo comparado de Liberdade, Igualdade e Fraternidade:

·    Liberdade, Igualdade e Fraternidade (Alan Kardec) [http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/op/op-23.html ]

·   Liberdade, Igualdade e Fraternidade (Associação Cultural Montfort) [http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=historia&artigo=20040813162633&lang=bra ] [a]

·  Liberdade, Igualdade e Fraternidade (Doutrina Jurídica)

·   Liberdade, Igualdade e Fraternidade (Maçonaria) [http://www.lojasmaconicas.com.br/jc_sinopses/sinopse/sip01.htm ]

·    Liberdade, Igualdade e Fraternidade (Mundo dos Filósofos) [http://www.mundodosfilosofos.com.br/lea4.htm ] [b]

·    Liberdade, Igualdade e Fraternidade (Revolução Francesa) [http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolução_Francesa ]

·     Liberdade, Igualdade e Fraternidade (Sociedade Católica - Doutrina Social) [http://www.sociedadecatolica.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=159 ] [a]

[a] Campanha da Fraternidade 2010

Tema: Economia e Vida

Lema: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24c)

Objetivo geral: Unir Igrejas Cristãs e pessoas de boa vontade na promoção de uma economia a serviço da vida, sem exclusões, criando uma cultura de solidariedade e paz.
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SEX, 04 DE DEZEMBRO DE 2009 13:36 CNBB

CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2010 É APRESENTADA NA DIOCESE DE BARRA DO PIRAÍ

Centenas de lideranças das comunidades e pastorais participaram do Encontro de Sensibilização para a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010, na diocese de Barra do Piraí, Volta Redonda (RJ).
O bispo diocesano dom João Maria Messi abriu o encontro lembrando-se do compromisso mútuo de colocar a campanha em prática e organizá-la nas cidades. “Este tema ressalta a questão da economia que na sociedade é vista como prioridade máxima em detrimento do ser humano que é esmagado em seu ser. Os senhores do dinheiro passam por cima de tudo e de todos em nome do capital”, disse dom João, que espera envolver as Igrejas Cristãs nas discussões.
Para o pastor Antônio Carlos, da Igreja Metodista de Volta Redonda, não é possível viver sem levar em conta a economia. “Tudo gira em torno da econômica e se ela não gerar vida é porque algo está errado e não podemos desenvolver este tema sem um ecumenismo, pois afeta todos nós”, disse Antônio.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica será aberta na quarta-feira de cinzas, na Cúria Diocesana, com entrevista coletiva à imprensa.

[b] Liberdade, Igualdade e Fraternidade – realização na História:
O ano de 1.789 marca a primeira vitória na luta pelo reconhecimento dos Direitos Humanos, com a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, conquista da Revolução Francesa cujo lema era: liberdade, igualdade, fraternidade.
===
O século seguinte pode ser definido como o século da liberdade. Ainda que a história da luta pela liberdade seja contígua à própria história da humanidade, será durante o século XIX que o ideal de liberdade se consolida. Caem, então, os últimos rincões de escravidão.
===
O século passado - o século XX - foi o século da igualdade. Desde suas primeiras décadas, houve movimentos pelo reconhecimento da igualdade entre homens e mulheres, entre brancos e negros. Será no correr do século XX que se formará todo o ideário contra a discriminação baseada em sexo, raça, cor, origem, credo religioso, estado civil, condição social ou orientação sexual.
===
A este século que se inicia cabe levantar a última bandeira da Revolução Francesa: a fraternidade. Faz-se premente que a solidariedade norteie as ações de governantes, empresários e das pessoas em geral. Neste novo século o foco da proteção dos direitos deve sair do âmbito individual e dirigir-se, definitivamente, ao coletivo. São direitos inerentes à pessoa humana; não considerada em si, mas como coletividade; o direito ao meio-ambiente, à segurança, à moradia, ao desenvolvimento.
{Extraído de: Liberdade, Igualdade e Fraternidade 
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[Crise financ] Capitalismo - Crise de 2009 em retrospecto - Lições a aprender

Capitalismo - Crise em Janeiro de 2009

14 de maio de 2009 às 17:25 [Claudio: editado por mim (inclusão linhas, cores, sublinhados) para facilitar leitura]

CAPITALISMO - CRISE EM JANEIRO DE 2009

Edson Pereira Bueno Leal , maio de 2009

Sobre o autor

EDSON PEREIRA BUENO LEAL

Cientista Social , Advogado , Administrador de Empresas e Mestre em
História Social pela Unesp Assis.

Agente Fiscal de Rendas da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo
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Conforme assinala Antonio Carlos Lemgruber , a “chamada base monetária nos Estados Unidos duplicou em seis meses. Estão emitindo dinheiro como nunca, para evitar o pior , depois de terem levado os juros a zero . No Brasil e na Alemanha , isso seria uma heresia , mas o Federal Reserve , liderado por Bernanke, não quer repetir a Grande Depressão e está apelando para o que não foi feito na década de 1930 : a emissão de moeda .

Certamente o Japão vai atrás dos Estados Unidos . Mas a Alemanha não vai . O governo alemão não pretende emitir dinheiro nem sair por aí fazendo gasto público . Tem horror de inflação e rejeita a idéia ‘keynesiana’ de que é possível sair da recessão via gasto público . O Brasil parece ter alemães no Banco Central e norte-americanos no Ministério da Fazenda . “ ( F S P , 1.1.2009 , p. B-2) .

Para o economista Flávio Bartmann “ Essa crise é grande , mas a estrutura básica do capitalismo contemporâneo não será afetada . Simplesmente porque não há alternativas viáveis . Algumas reformas significativas serão implantadas com o tempo . O sistema financeiro vai ser reestruturado . A alavancagem vai ser limitada a níveis mais razoáveis . Os riscos serão tomados de uma maneira mais transparente . Programas sociais nos EUA devem ser limitados Os norte-americanos se tornarão mais pobres” . ( F S P , 7.2.2009, p. B-8) .

Para Paulo Nogueira Batista Junior ,”nunca a especulação selvagem fez tamanho estrago em escala internacional “( F S P , 26.02.2009, p. B-2)



MAIOR REGULAMENTAÇÃO É INDISPENSÁVEL

Segundo Francis Fukuyama “ Precisamos , urgentemente , de maior controle sobre o sistema financeiro , que está completamente desregulamentado . Acredito , também, que o estado mínimo não funcionou . A partir de agora veremos uma presença bem maior do estado na economia . Ou seja: será uma economia mais de estado e menos de mercado .

O G-20 deveria expandir organismos que já existem , como o Fundo Monetário Internacional (FMI) . As reformas para regular mercados deverão ser desenvolvidas em âmbito nacional ou regional . ( Veja, 15.04.2009, p. 20) .


FIM DOS PARAÍSOS FISCAIS?

A OCDE – Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico em 2009 firmou acordo com vários países e localidades para acabar com o sigilo bancários em casos de suspeita de fraude .

Entre os que já aderiram ou anunciaram que irão aderir ao protocolo estão Singapura ( US$ 250 bilhões ) , Liechtenstein ( US$ 150 bilhões ) , Andorra e Mônaco ( US$ 130 bilhões ) .

A Suíça ( US$ 2 trilhões) , aceitou fazer algumas concessões .

Ilhas Cayman ( US$ 1,5 trilhão ), Ilhas do Canal e Ilha de Man ( US$ 440 bilhões ) , Bermudas ( US$ 200 bilhões ) ainda não aderiram .

Com isso , o acesso aos dados bancários de correntistas desses paraísos fiscais que antes era quase impossível, poderá ser obtido a partir de uma solicitação do governo interessado para que as informações sejam liberadas automaticamente .

Atualmente , existem mais de 40 paraísos fiscais espalhados pelo mundo , dando abrigo a estimados US$ 7 trilhões em depósitos .

De acordo com estimativas do grupo de pesquisas americano Global Financial Integrity , quase US$ 1 trilhão em impostos por ano deixam de ser arrecadadas nos países em desenvolvimento e vão parar em paraísos fiscais . ( Exame , 8.4.2009, p. 86-87) .

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