quinta-feira, 10 de maio de 2018

Geopolítica- EUA: Departamento da Paz x Departamento da Defesa (07/04/2018: #AlémFlaFlu #EvitemosIdioticePolítica #DisrupçãoEnergia #Geopolítica #GrandeJogo #Perspectivas: #AméricaLatina #Brasil #China #EUA #Rússia)


"Guerra Fria: EUA e URSS são 2 leões cercados por 10 tigres" (Não localizai livro de onde cito esta imagem de Geopolítica)

Podem estar buscando: Guerra Fria - O Retorno? Com medo de perda de poder do Mundo G-Zero (Ian Bremmer)?

Alguns argumentos, em defesa desta tese, são citados logo abaixo das evidências de que temos Alternativas de Abundância  (Diamandis e Singularity University) para evitarmos a Transição Sangrenta para Anos Dourados II (Anos Dourados I: Pós Guerras (I e II- 1945 a 1970))


#AbundânciaNossoDestino #ÁguaPura #Slingshot #SaúdeSocial
"Não há forma mais fácil de ACABAR COM 50% das DOENÇAS HUMANAS (derivadas da falta ou consumo de água contaminada)

Departamento Defesa fabrica armas de destruição em massa de última geração. E se fabricássemos armas de CONSTRUÇÃO EM MASSA; Água Pura para todos, em TODO O MUNDO. Do amigo EUA => Departamento da Paz! Evitaríamos muitas guerras..." Dean Kamen - criador Slingshot

VER:
"Podemos esvaziar METADE DOS LEITOS DE HOSPITAIS NO MUNDO. Apenas dando ÁGUA PURA PARA AS PESSOAS!"
Netflix - SlingShot
#Abundância #Slingshot #ÁguaPura #Saúde

https://www.facebook.com/DespertarGaia/photos/a.869697769817496.1073741827.869692046484735/1219671884820081/?type=3&theater






Site do Peter Diamandis - uma de minhas principais referências sobre Abundância e Fenômenos Exponenciais


Autor de: 

-Abundância - O Futuro é Muito Melhor que Você Imagina

-BOLD - Como Ser Grande, Criar Riqueza e Impactar o Mundo

-Fundador, com Ray Kurzweil ((autor de The Singularity is Near-11/02/2010), inventor e guru sobre inteligência articial e diretor de engenharia do Google) da [Singularity University (SU=NASA+Google)]
Blog: ABUNDANCE INSIDER: SEPTEMBER 8, 2017 EDITION

http://www.diamandis.com/



Onde reúno informações similares:
Despertar de Gaia - aqui serão agrupados recursos perceptivos que contribuam para acordarmos e deixarmos de ser o câncer sendo a Consciência de Gaia.






Podem estar buscando: Guerra Fria - O Retorno? 
Alguns argumentos, em defesa desta tese: 


10/05/2018

Ataque de Israel, em resposta a mísseis iranianos deixou mais de 20 mortos na Síria

70 mísseis foram disparados, segundo Defesa da Rússia, aliada da Síria. Israel diz que respondeu a disparos de foguetes iranianos contra Golã.

https://g1.globo.com/mundo/noticia/ataque-de-israel-em-resposta-a-misseis-iranianos-deixou-mais-de-20-mortos-na-siria.ghtml

O ataque promovido por Israel na madrugada desta quinta-feira (10) contra alvos iranianos na Síria deixou 23 mortos, segundo informa o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), ONG que monitora o conflito na Síria.
Israel lançou os mísseis como resposta a disparos de foguetes iranianos contra o lado da Colina de Golã que é ocupado por Israel. Golã é um território sírio que Israel ocupou na Guerra dos Seis Dias de 1967 e anexou mais tarde em uma decisão não reconhecida pela comunidade internacional.
A tensão entre Israel e Irã aumentou desde que o presidente americano Donald Trump anunciou a saída dos EUA do acordo nuclear assinado com o Irã e potências ocidentais em 2015. Israel, que é o principal aliado dos EUA no Oriente Médio, apoiou a decisão de Trump e já disse que não deixaria o Irã se estabelecer na guerra da Síria. O Irã tem ajudado o presidente sírio, com centenas de soldados e algumas bases militares, a derrotar uma rebelião de mais de sete anos.
No ataque desta madrugada, o Exército israelense usou 28 aviões e disparou 70 mísseis contra infraestruturas iranianas na Síria, de acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, aliada da Síria. A metade dos mísseis foi destruída pelo sistema de Defesa antiaéreo, ainda segundo a Rússia.  (...)


09/05/2018

??? Irã dispara mísseis contra alvos militares israelenses

VEJA.com-2 horas atrás
As forças do Irã dispararam cerca de 20 mísseis contra alvos militares de Israel localizados nas Colinas de Golã nesta quarta-feira (9), segundo o Exército israelense. As Colinas do Golã foram anexadas por Israel em 1981 e o país considera a região como parte integral de seu território, mesmo sem amplo ...

Israel acusa Irã de disparar mísseis contra exército no Golan
Internacional Estadão-3 horas atrás

Irã lança 20 mísseis contra Colinas de Golã
Istoe-3 horas atrás

Cenário: Conflito regional não é apenas cenário de ensaio acadêmico
Internacional Estadão-18 horas atrás
Um conflito regional a partir, por exemplo, de um ataque preventivo desfechado por Israel contra o Irã não é apenas uma possibilidade, mas um risco real ... O resultado mais claro do empreendimento é a sofisticada rede de bases militares, controlada pela Guarda Revolucionária, conhecida como Cidade dos Mísseis.

Após fala de Trump, Israel dispara mísseis contra a Síria - 08/05/2018 ...
1 dia atrás - A Síria acusou Israel de ter lançado mísseis contra alvo próximo à capital, Damasco, pouco depois de presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar a saída ... O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, faz discurso na TV sobre decisão dos EUA de sair de acordo nuclear com o Irã, em Jerusalém - Thomas ...  

?????? Não encontrei referências em mídias internacionais (BBC, ELPAIS, NyTimes...) Só a mídia brasileira noticiou!?




08/05/2018

Siga a grana

Um dia após a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã, anunciada por Donald Trump na terça-feira (8/04), em Washington, países exportadores de petróleo & as gigantes do setor já comemoram lucros expressivos: o barril atingiu hoje US$ 77,31 (alta de 3,3% em um dia).

O fim do acordo impulsionará também a demanda por armamentos e sistemas de defesa em todo Oriente Médio.

Siga a grana. E grande parte das motivações de Donald Trump se revelarão.

Não há loucura. Há cálculo.  [Claudio Guedes - Facebook]  =>  Trump anuncia saída dos EUA de acordo nuclear com Irã
Ignorando apelos de parceiros europeus, presidente americano determina retirada dos Estados Unidos de pacto de 2015 e afirma que Washington voltará a aplicar sanções contra Teerã. Decisão é alvo de enxurrada de críticas.







06/05/2018

Perigo, a longo prazo, é o populismo - Ian Bremmer

“Nos próximos anos vão se erguer mais muros físicos e virtuais contra a migração e o livre-comércio e as sociedades se tornarão mais divididas entre ganhadores e perdedores da globalização”.


Em palestra no Instituto FHC, (...)

(...) Aqueles que defendiam a globalização prometeram um mundo de vencedores, um em que o livre comércio levantaria todos os barcos do mundo e os extremos de esquerda e direita dariam lugar a valores liberais universalmente aceitos. Os últimos anos abalaram essa fantasia, já que aqueles que pagaram o preço pelos ganhos do globalismo se voltaram para políticos populistas e nacionalistas para expressar fúria contra as elites políticas, midiáticas e corporativas que culpam por suas perdas.

Os Estados Unidos elegeram um presidente protecionista antiimigração, que prometeu "colocar os EUA em primeiro lugar" e fez vista grossa a alianças e tratados. Em toda a Europa, os partidos políticos anti-establishment ganharam ganhos não vistos em décadas. O Reino Unido votou para deixar a União Europeia.  (...)

SAIBA MAIS:





07/04/2018

#AlémFlaFlu   #EvitemosIdioticePolítica   #DisrupçãoEnergia    #Geopolítica    #GrandeJogo   #Perspectivas:   #AméricaLatina   #Brasil   #China   #EUA    #Rússia



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O Império mostra sua face


Enfraquecido eleitoralmente, Trump recompõe equipe e instala partidários da guerra nuclear, dos golpes de Estado e da tortura em postos-chave. Quem são eles. Como querem provocar Irã e Coreia do Norte

Por Shahed Ghoreishi, no Counterpunch | Tradução: Inês Castilho

Na última quinta, o presidente Trump deu um passo a mais no sentido de completar sua equipe preferida. O general H. R. McMaster, que Trump disse ser enfadonho, foi substituído como conselheiro de Segurança Nacional pelo ultrafalcão John Bolton. Ele é o mesmo John Bolton que escreveu a apresentação do livro cheio de ódio de Pamela Geller sobre o presidente Obama, conclamou Israel a atacar o Irã com armas nucleares, incitou os Estados Unidos a bombardear o Irã e a Coreia do Norte, abusou de uma funcionária da Agência norte-americana para o Desenvolvimento (Usaid), defendeu pela Associação Nacional de Armas que os cidadãos russos tivessem mais direitos para armar-se, e ainda defende a guerra do Iraque. Eu poderia dizer muito mais.

Outras pessoas nomeadas por Trump têm atributos semelhantes. Mike Pompeo, indicado para assumir o Departamento de Estado, comparou o Irã ao Estado Islâmico e chamou  o país de “estado policial agressivo” que “tem intenção de destruir a América”. Gina Haspel, indicada para assumir a CIA, tem um histórico de tortura a detentos na administração Bush. Ela inclusive destruiu, anos depois, os documentos comprovando as torturas. Enquanto isso, John Kelly continua numa posição precária como chefe de gabinete.

Essa equipe constitui uma gangue do mal. As iniciativas antidiplomacia, pró-tortura, pró-guerra que ela apoiou custaram vidas e criaram instabilidade no Oriente Médio em detrimento da segurança nacional e reputação internacional dos EUA. Some-se a isso o fato de que Bolton  e Pompeo têm ligação com grupos de ódio que promovem divisão interna (não tenha dúvidas de que Trump os aprecia). Algumas de suas nomeações iniciais pertencem à mesma gangue, incluindo a embaixadora nas Nações Unidas, Nikki Haley, e Michael D’Andrea, chefe das operações do Irã na CIA.

Três datas próximas provavelmente encorajaram Trump a fazer essas rápidas mudanças.  (...)



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"Esse crime, o crime sagrado de ser divergente nós o cometeremos sempre" - Pagu


A profundidade de sempre – agora para mergulhar no debate sobre crise brasileira
Certas características marcam Outras Palavras desde 2010: apreço pela profundidade, rejeição ao panfleto, esforço para debater a globalização, as alternativas, os temas ligados à emergência de uma nova cultura política. Estas marcas animarão, nos próximos meses, nossos novos projetos.

Queremos acompanhar a conjuntura brasileira, num período tenso e decisivo. Além de publicar ensaios sobre temas estratégicos, produziremos textos e vídeos mais breves, para interpretar de pronto os fatos que mudam o país e o mundo a cada dia.

Precisamos de seu apoio para manter o que Outras Palavras já é, e ir além:

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Morte do dólar americano? China lança petro-yuan para desafiar o domínio do dólar


TRADUÇÃO DE:
Death of US dollar? China launches petro-yuan to challenge greenback’s dominance

Os futuros de petróleo bruto altamente esperados, com garantia do yuan, foram lançados em Xangai. A China é o maior consumidor de petróleo do mundo, com os olhos nos benchmarks rivais Brent e WTI, além da moeda norte-americana.

(...)  Especialistas consideram os contratos chineses dominados pelo yuan tão históricos pois os novos futuros simbolizam a primeira vez que os investidores estrangeiros podem acessar um mercado chinês de commodities. O lançamento encerra anos de retrocessos e atrasos desde a primeira tentativa do país de listar os títulos em 1993.

Ao mesmo tempo, o lançamento do petróleo em yuan é visto como um golpe para o dólar americano que vem se enfraquecendo nos últimos meses. O dólar dos EUA é a moeda de liquidação predominante para contratos futuros de petróleo. Na segunda-feira, o dólar caiu para ppnto mais baixo, de 16 meses,  contra o iene, mas permaneceu estável contra uma cesta de seis principais moedas

As autoridades chinesas teriam acelerado o lançamento em meio a crescentes importações de petróleo bruto. No ano passado, o país ultrapassou os EUA como o maior importador de petróleo do mundo. Assim, os contratos podem não apenas ajudar a obter algum controle sobre os preços das principais referências internacionais, mas também promover o uso da moeda chinesa no comércio global. (...)

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Por que o petróleo ficou barato – e como isso afeta o mundo
Pela primeira vez, o petróleo assusta o globo por estar barato demais. Vários fatores contribuem com essa baixa – e ela terá efeitos bons e ruins
GRAZIELE OLIVEIRA E RODRIGO TURRER

ÉPOCA - 26 de jan de 2016 - (...)  A última vez que o preço do petróleo teve uma queda significativa, no fim dos anos 1980, empurrou a União Soviética para o buraco e ajudou a desmoronar o império soviético. Agora, a queda deve causar solavancos políticos importantes – inclusive em países que são membros da poderosa OPEP, como Angola, Nigéria e Venezuela. A essa lista, podem ser acrescentados países que não fazem parte da organização, como Brasil e Rússia.

A crise econômica na Venezuela, que aos poucos tem levado o chavismo à derrocada, é efeito direto da queda do preço do petróleo. A receita da Venezuela depende em 96% da venda de petróleo bruto. Com ela, o país financia as importações de quase todas as outras mercadorias. Como as exportações de petróleo caíram, os venezuelanos sofrem agora uma severa crise de desabastecimento.

Assim como Hugo Chávez, na Venezuela, se beneficiou politicamente da alta dos preços do petróleo, a disparada da popularidade de Vladimir Putin, na Rússia, coincidiu também com o período em que o valor do barril do óleo chegou às alturas. Os resultados das vendas de petróleo e gás representam metade da receita do governo russo. Por causa da derrocada dos preços, a projeção para a economia russa neste ano é de uma contração de 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB). *Em um cenário de crise, só restará a Putin, para mostrar força interna, flexionar os músculos militares.*

A queda dos preços deve ter também um efeito devastador na indústria de petróleo. Só em 2015, a indústria paralisou mais de 1.000 plataformas de perfuração e registrou um corte de gastos de US$ 100 bilhões. Uma análise da CreditSights, agência independente de pesquisas dos Estados Unidos, projeta que 20 empresas americanas do setor de petróleo deverão falir nos próximos meses. “Há uma total carnificina na indústria de petróleo no momento. Dezenas de pequenas companhias petrolíferas e empresas de perfuração nos Estados Unidos entraram com pedido de falência, e provavelmente haverá muitos mais para vir”, afirma Priest, da Universidade de Iowa. (...)

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Sinal dos tempos: Classes Médias Ocidentais IRRITADAS com a Globalização. China a defendendo!!! 
*** Ian Bremmer: "Globalização boa para os 10% mais ricos e para os 1 bilhão que saíram da pobreza"

"Automação poderá provocar eliminação de empregos nunca vista: insatisfação crescerá..."
--- #TopRisks2017 #Precariado,  #Standing_Guy #DesempregoTecnológico #QuartaRevoluçãoIndustrial
Cientista político Ian Bremmer lista os 10 riscos para o mundo em 2017 (03/04 23:30)

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Baixe relatório completo no site



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China Retalha Trump(Eleitores)!!


As tarifas comerciais impostas pela China aos EUA ameaçam enfraquecer a cintura agrícola do país, principal base de eleitores do presidente norte-americano.…


"Enquanto Washington visou produtos que beneficiam a política industrial da China, incluindo a iniciativa “Made in China 2025” de substituir importações de tecnologia avançada por produtos domésticos em indústrias estratégicas como TI avançado e robótica, a lista de Pequim aparentemente foi feita sob medida para inflingir danos políticos."

(...) 

Se os dois países não conseguirem encontrar uma maneira de resolver a disputa, uma guerra comercial em grande escala poderia desestabilizar as relações comerciais entre os EUA e a China, um componente importante para a economia global.

As novas tarifas comerciais não serão aplicadas imediatamente, então talvez haja espaço para manobras. A publicação da lista de Washington inicia um período de consulta pública que deve durar cerca de dois meses. A data efetiva das mudanças chinesas depende de quando a ação dos EUA entrar em vigor.

A resposta rápida e forte da China para as tarifas dos EUA inicialmente estimulou uma liquidação dos mercados acionários dos EUA, com o Dow Jones caindo 2 por cento na abertura, mas recuperando o terreno positivo ao longo da sessão.

As ações da gigante de aeronaves Boeing Co, a única grande exportadora norte-americana para a China, tropeçaram 2,7 por cento enquanto a fabricante de maquinário agrícola Deere & Co escorregou 4,5 por cento e as da Carterpillar caiu 1,8 por cento.

Enquanto Washington visou produtos que beneficiam a política industrial da China, incluindo a iniciativa “Made in China 2025” de substituir importações de tecnologia avançada por produtos domésticos em indústrias estratégicas como TI avançado e robótica, a lista de Pequim aparentemente foi feita sob medida para inflingir danos políticos.

A lista de Washington foi preenchida com muitos itens industriais obscuros, mas a lista da China afeta produtos importantes de exportação dos EUA, como soja, carne congelada, algodão e outras commodities agrícolas importantes produzidas em Estados do Iowa ao Texas, que votaram em Donald Trump na eleição presidencial de 2016.

A lista se estende a tabaco e uísque, ambos produzidos em Estados que incluem Kentucky, casa do Líder da Maioria no Senado dos EUA, Mitch McConnell, republicano como Trump.

Uma das primeiras oportunidades para EUA e China discutirem a questão se dará durante uma reunião do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, de 20 a 22 de abril, em Washington, onde autoridades financeiras tradicionalmente se encontram nos bastidores para discutir questões bilaterais. (...)

EUA sugerem conversas depois que China retalia em luta comercial





COMPARAR COM:

EspaçoVital 1910deNovo? 1a.2a.Guerra...


Fim da Globalização

Ontem Trump anunciou o fim da Globalização. Sua frase é clara no Twiter

"Quando um país (EUA) está perdendo vários bilhões de dólares em comércio com praticamente todos os países com que faz negócios, guerras comerciais são boas, e fáceis de ganhar", escreveu Trump no Twitter; 

Brasil é o país mais afetado pela tarifa do aço e do alumínio que Trump criou,
Ai volto ao economista de esquerda e de direita. O de esquerda não se importa muito com o deficit publico. Mas de deficit publico ninguém morre. Se resolve internamente.

Já o de direita louva a poupança externa. O fim sabemos. O sistema explode o balanço de pagamentos e leva todas as nossas reservas. Lembram do FHC em 1998?

O Ilan intervindo no câmbio já aponta o caminho que trilharemos no endeusamento destes capitais especulativos.

Quando deixaremos realmente o câmbio flutuar e evitar que o mercado nos arrombe? 
Quando teremos um câmbio competitivo para exportar bens industriais? 

Teremos que enfrentar uma nova crise cambial aguda a longo prazo?

O mundo está mudando rapidamente, quando acordaremos?

É isso, um abraço, 


Vitor Bellizia
Controller | CFO | Diretor Financeiro | Diretor de Planejamento Financeiro


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Em CADA NAÇÃO POR SI MESMA: VENCEDORES E PERDEDORES EM UM MUNDO G-ZERO, Ian Bremmer ILUSTRA UMA MUDANÇA HISTÓRICA NO SISTEMA INTERNACIONAL E NA ECONOMIA MUNDIAL - E UM MOMENTO, SEM PRECEDENTES, DE INCERTEZA GLOBAL.

Pela primeira vez, em sete décadas, não existe um único poder ou aliança de poderes prontos para assumir os desafios da liderança global. Há uma geração, os Estados Unidos, a Europa e o Japão eram as potências do mundo, as democracias de livre mercado que impulsionaram a economia global. Hoje, eles lutam apenas para encontrar sua posição.

O aclamado analista geopolítico Ian Bremmer argumenta que a estrutura do poder mundial enfrenta um vácuo de liderança. Com a urgência unificadora da crise financeira atrás de nós, os diversos valores políticos e econômicos do G20 produziram bloqueio global.

SAIBA MAIS:





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América Latina: as faces do novo autoritarismo


Militares voltaram às ruas no Brasil, México e Argentina. Agora, não combatem o “comunismo”, mas o “crime” e o “terror”. E não têm projeto algum: obedecem a uma elite corrupta e aos planos dos EUA


Por Isabella Gonçalves

As democracias latino-americanas vêm passado por um processo de profunda (des)configuração após mais de uma década de experimentalismo democrático, que teve seu ápice na Venezuela e na Bolívia, onde as experiências de poder popular e reinvenção do Estado construíram transformações experimentais na organização do poder político e transformações substantivas na condição de vida das pessoas.

Golpes parlamentares, reviravoltas eleitorais à direita, legislações de exceção, intervenções militares e agora uma ameaça concreta de invasão militar na Venezuela lançam sobre o continente a sombra do militarismo e do autoritarismo.

No Brasil, o governo ilegítimo de Temer decidiu romper o pacto federativo e mudar o comando da segurança pública de todo o Estado do Rio de Janeiro, colocando-o nas mãos das Forças Armadas. Desta forma, imprime no país uma condição de estado de exceção, ajuda a conter os levantes de um Estado à beira do colapso e legitima a matança irresponsável e impune dos condenados de sempre: pretos, pobres e favelados.[1]  (...)



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Por que as elites apelam ao golpe


Num país dividido em Casa Grande e Senzala, poucos governos ousaram elevar salários e cobrar impostos dos ricos. Nenhum deles permaneceu de pé


Por Róber Iturriet Avila e Pedro Vellinho Corso Duval

As destituições presidenciais ocorridas em 1964 e 2016 possuem distinções em termos de método, instrumento e velocidade. Um olhar mais cuidadoso, entretanto, é capaz de identificar nestes epifenômenos causalidades nos interesses políticos dos respectivos grupos sociais representados e contrários aos então presidentes. Este breve texto, de forma simplificadora, busca quantificar e qualificar algumas dessas causas através da variação real do salário mínimo, da incidência tributária e das políticas sociais distributivistas interrompidas ou restringidas.(...)







31/01/2018

Trump-"De Volta ao Passado".... - WEF e Estado da União:

"Reabilitando Detroit e Indústria do Carvão"!? Economicamente inviáveis:
#QuartaRevoluçãoIndustrial #CarrosElétricosAutoGuiados #Baterias #Solar #TransporteComoServiço #WebEnergia #TonySeba #JeremyRifkin #TerceiraRevoluçãoIndustrial


#EstadoUnião:
(...) “Nossa nação perdeu riqueza, mas isso vai acabar”, disse.

“Acabamos com a guerra à energia americana e ao bonito e limpo carvão [Carvão: "bonito e limpo" Hummm...!]. Somos um exportador muito orgulhoso de energia ao mundo”. [Carvão é inviável HOJE versus Energia Solar - Ver Ramez Naam / Tony Seba]

--- 09/06/2017 - Tony Seba: Clean Disruption - Energy & Transportation


413.680 visualizações (No endereço abaixo é possível assistir com a legenda em Português, criada por Claudio Estevam Próspero e em avaliação pela comunidade para disponibilização. Agradeço colaborações)


--- 20/10/2017 · Exponential Energy | Ramez Naam | SingularityU South Africa Singularity University Summits

Segundo o presidente, muitas montadoras de automóveis estão transferindo suas plantas de outros países para dentro dos EUA e se expandindo. “São notícias que os americanos não estão acostumados o ouvir, porque antes as companhias saíam do país, e agora estão voltando”. [Detroit x Google+Tesla+... Acho que não....]

SAIBA MAIS:  




A 2ª GUERRA MUNDIAL Cesar Augusto Nicodemus de Souza

Introdução
Qualquer estudioso da 2ª Guerra Mundial (2ª GM) pode concordar com aqueles que a identificam como a “Guerra dos 31 Anos”. Afinal, o Tratado de Versailles, que deveria ser o epílogo da última das guerras, foi, na verdade, o gérmen latente que despertou em uma conflagração de proporções ainda mais vastas. Passado o impacto causado pela sua assinatura, decorrente do cansaço que se apoderara dos alemães pela guerra, a miséria que suas cláusulas leoninas levaram à população foi de tal ordem, que a reação militarista encontrou terreno fértil e, passados alguns anos, desaguaria no estado onírico a que foram levados por Hitler e sua ideologia. 

Aos olhos do povo Hitler parecia um salvador. Ele próprio considerava os germânicos uma raça superior, destinada a dominar o mundo. Sua doutrina é o "culto da força". Sua intuição, que reputava infalível, o levava a improvisar sem respeito aos limites do possível. Como, inicialmente, todas as suas previsões se concretizavam, mesmo aqueles que não concordavam com suas atitudes ( e muitos generais estavam neste caso), tinham de se curvar diante dos fatos.

Só seus desejos tinham importância, sendo eliminados os opositores. Sua vontade brutal ignorava limites e cautelas. Impulsionador vigoroso, ressuscitou a "Wehrmacht" (Forças Armadas) e dotou-a de armamentos notáveis. No estudo dos erros passados, tinha, agora, as soluções para o futuro da Grande Alemanha.

Em termos de psicologia de massas, conhecedores do espírito germânico de sempre contra-atacar, poderíamos dizer que o desafio lançado às potências vitoriosas na 1º GM pode ser visto como inspirador da 2ª GM. Esta nada mais seria do que “A” Grande Contra-Ofensiva, que restabeleceria “a frente nacional”, invadida com o Armistício de 1918 e “conquistaria o Objetivo Europeu não atingido em 1914-18” 

Em termos estratégicos, as finalidades da guerra desencadeada pela ALEMANHA eram:

- conquistar maior espaço territorial (objetivo social);

- conquistar mercados para seus produtos (objetivo econômico);

- conquistar o domínio da Europa e do Mundo (objetivo político); a aliança consubstanciada no “Eixo” Berlin-Roma-Tóquio seria apenas o passo inicial.


A 2ª GUERRA MUNDIAL Cesar Augusto Nicodemus de Souza ... - Clube Militar PDF  
clubemilitar.com.br › HISTORIA-II-GM-2


sábado, 28 de abril de 2018

Política do Voto Nulo NÃO é Anti Democrática - É uma das formas de pressionarmos por 'Relação Política 4.0'

    Durante a leitura do artigo sobre * Fim do Teste da Renda Básica na Finlândia *  (recomendo a leitura) [1] me deparei com o texto copiado abaixo (de 1792!!) que reforça minha ação política de * negar qualquer forma de representatividade {a} e empenhar-me em Ações Políticas de Solução Local de Problemas e Propostas de, assim como temos feito nas áreas comerciais, financeiras, tributárias, etc., também eliminarmos os Intermediários / 'Representantes' na área da Gestão da Convivência (Política), utilizando Ação Direta dos Cidadãos, via WEB [2]:

{a} [por comodidade (menos tempo perdido que para justificar ausência) vou até a urna e voto NULO (demonstrando minha insatisfação com o sistema eleitoral)] 

"___
Grande parte da ordem que reina na humanidade não é efeito do governo. Tem sua origem nos princípios da sociedade e na constituição natural do homem. Existia antes do governo e continuaria existindo se a formalidade do governo fosse abolida. A dependência mútua e o interesse recíproco da cada homem com respeito aos outros e que todas as partes de uma comunidade civilizada tem umas em relações às outras criam um grande encadeamento que a mantém unida. 

(…) O interesse comum regula suas preocupações e forma a sua lei, e as leis ordenadas pelo uso comum tem maior influencia do que as leis do governo. Em síntese, a sociedade executa por si mesma quase tudo o que é atribuído ao governo.

(…) Existe uma aptidão natural no homem, e mais ainda na sociedade porque esta abrange uma maior variedade e recursos para se ajustar a qualquer situação em que se encontre. No momento em que o governo formal é abolido, a sociedade começa a atuar. Uma associação geral tem lugar, e o interesse comum produz a segurança comum.

A afirmação de que a abolição do governo formal signifique a dissolução da sociedade está tão longe da verdade pretendida quanto a de que o governo promova um impulso contrário, produzindo uma união ainda maior da sociedade.

Toda aquela parte de sua organização que a sociedade havia confiado ao governo é outra vez a ela incumbida e age por seu intermédio. Quando os homens tanto por força do instinto natural quanto pelos benefícios recíprocos, se habituam a vida social e civilizada, na prática sempre há o bastante dos princípios dessa vida para ajudá-los enquanto realizam as transformações que julgam necessárias ou convenientes fazer em seus governos. Em suma, o homem é tão naturalmente uma criatura da sociedade que é quase impossível colocá-lo fora dela.

(…) É dos grandes e fundamentais princípios da sociedade e da civilização — do uso comum consentido universalmente e mútua e reciprocamente preservado, do incessante fluxo do interesse que passando através de um milhão de canais, fortalece a massa total de homens civilizados — é de todas as coisas, infinitamente mais que de qualquer coisa que possa fazer mesmo o melhor dos governos instituídos, que dependem a segurança e prosperidade do indivíduo e do todo.

Quanto mais perfeita for a civilização, menos necessitará de governo, porque regulará melhor seus próprios assuntos e governará melhor a si mesma; mas tão contraria à razão é a prática dos governos antigos que seus gastos crescem na proporção em que deveriam diminuir. São apenas umas poucas leis gerais que a vida civilizada exige, e são leis de utilidade tão comum que, quer sejam impostas pelas formas de governo quer não, o efeito será quase o mesmo. 

Se examinarmos quais os princípios que primeiramente concentram os homens na sociedade e quais são posteriormente os motivos que regulam suas relações mútuas, descobriremos, quando chegarmos ao que é chamado governo, que quase todo o processo é realizado pelo funcionamento natural das partes umas sobre as outras.

Com relação a todas estas questões, o homem é uma criatura mais consistente do que ele mesmo sabe ou do que os governos desejariam que ele acreditasse. Todas as grandes leis da sociedade são leis da natureza. As do intercambio e do comercio, das relações entre indivíduos ou nações são leis de interesses mútuos e recíprocos. São seguidas e obedecidas porque agir assim é do interesse das partes, e não porque seus governos possam impor ou interpor alguma lei formal.”

___"
*Thomas Paine, os Direitos do Homem 1792.*- Thomas Paine versus Edmund Burke. O direitos dos vivos contra o direitos dos mortos

Thomas Paine foi um político britânico, além de panfletário, revolucionário, inventor, intelectual e um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos da América.[1] Viveu na Inglaterra até os 37 anos, quando imigrou para as colônias britânicas na América, em tempo de participar da Revolução Americana. Suas principais contribuições foram os amplamente lidos Common Sense (1776), advogando a independência colonial americana do Reino da Grã-Bretanha, e The American Crisis (1776–1783), uma série de panfletos revolucionários.

Depois, Paine influenciou bastante a Revolução Francesa. Escreveu Rights of Man (1791), um guia das ideias Iluministas. Mesmo não falando francês, foi eleito para a Convenção Nacional Francesa em 1792.  (...)

______
NOTAS:

[1] * O fim da experiência da renda básica na Finlândia  *


[2] * "Você faz as leis. NÃO os partidos políticos. NÃO os representantes" *
De uma proposta de Democracia Direta Digital que uso como 'modelo de trabalho conceitual'.

     SAIBA MAIS:
     * Internetocracia - Brasil -  4 de maio de 2012 *


     * A Era que está Nascendo: da Internetocracia (1a. parte)  4 de maio de 2012 *

segunda-feira, 16 de abril de 2018

#Síria? 3a.Guerra Mundial?# Vídeo de 10 minutos muito esclarecedor sobre as Causas Reais do que ocorreu - e vem acontecendo - na "Milenar Ponte Ocidente-Oriente": o Oriente Médio...



Vídeo de 10 minutos muito esclarecedor sobre as Causas Reais do que ocorreu - e vem acontecendo - na "Milenar Ponte Ocidente-Oriente": o Oriente Médio ....

#WHYSYRIA  

A Crise da Síria bem contada em 10 minutos e 15 mapas HD Legendado em português


A crise da Síria contada em 10 minutos e 15 mapas - em português dublado

"Se desejar Entender o Presente,
..Pesquise o Passado."

Deixaremos de Agir como Gorilas Tecnológicos  [1]?

Ou MORREREMOS - como Espécie - porque Somos Fiéis ao Como Temos Sido 

("Somos Assim" => Agimos Assim - Sempre? 
Sem refletir - Nunca? - nas Consequências de Nossas Ações?)

[1] os da série Planeta dos Macacos (seu Passado, explicado nos filmes recentes, esclarece suas Ações, também!)

"Loucura é repetir sempre as mesmas ações e esperar resultados diferentes."  
- Albert Einstein


Para os que preferirem Entender o Presente Pesquisando o Passado Bíblico:


Isaías 17 O Livro (OL)
Profecia contra Damasco

https://www.biblegateway.com/passage/?search=Isa%C3%ADas%2017&version=OL&interface=amp

sábado, 2 de abril de 2016

O VERDADEIRO GOLPE (do qual temos sido vitimas frequentes): Ponte para o Futuro (QUAL?) O Plano para um Governo Acuado pelo Sistema Financeiro (Seja Dilma / Temer ou ?)
















"EM PRIMEIRO LUGAR:" [!?] [Sempre socializar prejuízos?]

- "acabar com as {{{vinculações constitucionais estabelecidas}}}, como no caso dos {{{ gastos com saúde e com educação}}}"

- "aposentadoria: idade mínima que não seja inferior a 65 anos para os homens e 60 anos para as mulheres

- fim de todas as indexações, seja para salários, benefícios previdenciários e tudo o mais.

- primeiro objetivo de uma política de equilíbrio fiscal é interromper o crescimento da dívida pública [$ antes do Social]

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>>> "Sua solução será muito dura para o conjunto da população, terá que conter medidas de emergência:

- "As despesas públicas primárias, ou não financeiras, têm crescido sistematicamente acima do crescimento do PIB, a partir da Constituição de 1988. [Pág 6/19 3o. parágrafo] [C1]

- "... em primeiro lugar acabar com as {{{vinculações constitucionais estabelecidas}}}, como no caso dos {{{ gastos com saúde e com educação,}}} [Pág 9/19 2o. parágrafo] [C2]

- "Outro elemento para o novo orçamento tem que ser o fim de todas as indexações, seja para salários, benefícios previdenciários e tudo o mais. A cada ano o Congresso, na votação do orçamento, decidirá, em conjunto com o Executivo, os reajustes que serão concedidos. A indexação dos gastos públicos agrava o ajuste em caso de alta inflação. [Pág 10/19 1o. parágrafo] [C3]

- "... é preciso introduzir, mesmo que progressivamente, uma idade mínima que não seja inferior a 65 anos para os homens e 60 anos para as mulheres, com previsão de nova escalada futura dependendo dos dados demográficos.

- "O primeiro objetivo de uma política de equilíbrio fiscal é interromper o crescimento da dívida pública, num primeiro momento, para, em seguida, iniciar o processo de sua redução como porcentagem do PIB. O instrumento normal para isso é a obtenção de um superávit primário capaz de cobrir as despesas de juros menos o crescimento do próprio PIB. A reforma fiscal permitirá, não apenas controlar a trajetória explosiva da dívida pública, bem como contribuirá para a redução da taxa de inflação e a redução da taxa de juros e do custo da dívida." [C4]
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Comentários:

[C1] **** [E as financeiras, não cresceram? Muito mais!]

[C2] **** ['A cada ano a sociedade e o parlamento elegem suas prioridades, conforme os recursos e as necessidades' - com a estrutura de "representatividade" atual ($1 = 1 voto dos financiados pelo Mercado) como a Sociedade pode atribuir ao Parlamento definir os perdedores / ganhadores do Orçamento? Com as vinculações já há um imenso desequilíbrio entre Despesas Sociais (minimas) e Serviço da Divida (mais de 40% do Orçamento)! Como será sem elas?]

[C3] **** [As obrigatoriedades da Lei de Responsabilidade Fiscal para GARANTIR OS GANHOS DO SISTEMA FINANCEIRO serão retiradas?]

............"A cada ano o Congresso, na votação do orçamento, decidirá, em conjunto com o Executivo, os reajustes que serão concedidos. A indexação dos gastos públicos agrava o ajuste em caso de alta inflação. Nunca devemos perder de vista que a maioria da sociedade não tem suas rendas indexadas, dependendo sempre do nível de atividade econômica para preservar seu poder de consumo. A indexação das rendas pagas pelo Estado realiza uma injusta transferência de renda, na maioria das vezes prejudicando as camadas mais pobres da sociedade. 

Quando a indexação é pelo salário mínimo, como é o caso dos benefícios sociais, a distorção se torna mais grave, pois assegura a eles um aumento real, com prejuízo para todos os demais itens do orçamento público, que terão necessariamente que ceder espaço para este aumento. Com o fim dos reajustes automáticos o Parlamento arbitrará, em nome da sociedade, os diversos reajustes conforme as condições gerais da economia e das finanças públicas.

Em contrapartida a este novo regime, novas legislações procurarão exterminar de vez os resíduos de indexação de contratos no mundo privado e no setor financeiro." [Pág 10/19 1o. parágrafo]

[C4] **** [As Despesas Sociais serão "desvinculadas" por Lei (Congresso). As Despesas Financeiras serão auto reguladas pelo Sistema de Mercado (Leia-se Mercado Financeiro - o principal Financiador de Campanhas de Políticos. Alguém tem dúvidas de quem ganhará neste novo(?) modelo de solução de conflitos distributivos do Orçamento?]

..........."Juros e dívida pública
A dívida pública brasileira já se situa em torno de 67% do PIB, com tendência de seguir crescendo, podendo chegar, na ausência de reformas estruturais, a 75% ou 80% ainda no atual governo. 

Os países europeus e os Estados Unidos têm uma dívida muito mais alta, especialmente após a crise de 2008, que levou esses países a aumentar o gasto público em proporções inéditas na história do capitalismo. Tanto os Estados Unidos como a França, a Inglaterra e a Itália têm dívidas maiores que o total do PIB. 

Mas entre nós e eles existe uma diferença que muda toda a história. Para títulos de 10 anos, o tesouro americano para um juro nominal de 2,30% ao ano, quase zero em termos reais. A França, a Inglaterra e a Itália pagam praticamente a mesma coisa. O Japão, para uma dívida que é maior do que o dobro do PIB, paga 0,49% de juros. Mesmo os emergentes pagam um preço menor do que nós; a Índia paga 8,19% e a Rússia, 9,98. ====> Nós pagamos juros de 14%. [Por quê?]

A este preço nossa dívida pública vai custar 8% do PIB em 2015, e, durante pelo menos as duas últimas décadas, a conta nunca foi inferior a 5% do PIB. [Pág 13/19 3o. parágrafo]

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Trechos destacados do documento [Recomendo a LEITURA COMPLETA antes que seja muito tarde...]:

Uma Ponte para o Futuro - PMBD - Fundação Ulysses Guimarães - Brasília, 29 de outubro de 2015

[CONSENSO FABRICADO PELA MÍDIA:] Todas as iniciativas aqui expostas constituem uma necessidade, e quase um consenso, no país. 
A inércia e a imobilidade política têm impedido que elas se concretizem. 
Pág [2/19]

[CRISE PARA QUEM?:] O Brasil encontra-se em uma situação de grave risco. Após alguns anos de queda da taxa de crescimento, chegamos à profunda recessão que se iniciou em 2014 e deve continuar em 2016. Dadas as condições em que estamos vivendo, tudo parece se encaminhar para um longo período de estagnação, ou mesmo queda da renda per capita. O Estado brasileiro vive uma severa crise fiscal, com déficits nominais de 6% do PIB em 2014 e de inéditos 9% em 2015, e uma despesa pública que cresce acima da renda nacional, resultando em uma trajetória de crescimento insustentável da dívida pública que se aproxima de 70% do PIB, e deve continuar a se elevar, a menos que reformas estruturais sejam feitas para conter o crescimento da despesa. 

Estagnação econômica e esgotamento da capacidade fiscal do Estado não são fenômenos circunscritos apenas à esfera econômica. São fontes de mal-estar social e de conflitos políticos profundos. 

Entre nós o fenômeno pode ocorrer em um grau amplificado, pois partimos de um ponto em que o Estado, embora grande, não presta os serviços que parece prometer e a economia, ainda pobre ou de renda média, está longe de oferecer oportunidades e renda adequada para a maioria absoluta da população. Como agravante temos um sistema político sem raízes profundas na sociedade, muito fragmentado, sem articulação e com baixa confiança da população. 
[Pág 3/19]

Nosso desajuste fiscal chegou a um ponto crítico. [[Sua solução será muito dura para o conjunto da população, terá que conter medidas de emergência ]], mas principalmente reformas estruturais. É, portanto, uma tarefa da política, dos partidos, do Congresso Nacional e da cidadania. Não será nunca obra de especialistas financeiros, mas de políticos capazes de dar preferência às questões permanentes e de longo prazo. É também uma tarefa quase heroica que vai exigir o concurso de muitos atores, que precisarão, pelo tempo necessário, deixar de lado divergências e interesses próprios, mesmo que tenham que retomá-los mais adiante.

Nos últimos anos é possível dizer que o Governo Federal cometeu excessos, seja criando novos programas, seja ampliando os antigos, ou mesmo admitindo novos servidores ou assumindo investimentos acima da capacidade fiscal do Estado. 
[Pág 5/19]

[QUAIS LOBISTAS CONTROLARÃO O ORÇAMENTO?] Foram criadas despesas obrigatórias que têm que ser feitas mesmo nas situações de grande desequilíbrio entre receitas e despesas, e, ao mesmo tempo, indexaram-se rendas e benefícios de vários segmentos, o que tornou impossíveis ações de ajuste, quando necessários. Durante certo tempo houve espaço para a expansão da carga tributária e evitaram-se grandes déficits. Como também houve um certo crescimento econômico que permitiu aumento das receitas fiscais. O crescimento automático das despesas não pode continuar entronizado na lei e na Constituição, sem o que o desequilíbrio fiscal se tornará o modo padrão de funcionamento do Estado brasileiro. [Pág 7/19] -[Comentário: Por que as despesas obrigatórias tem que ser apenas com o Sistema Financeiro - Divida?]

O orçamento público numa sociedade em que os gastos públicos representam mais de 40% da renda nacional é a principal arena para os conflitos distributivos, onde os diferentes interesses, inclusive os mais legítimos, lutam para se apropriar de maior parcela de recursos. Num país em que o sistema político é visto com desconfiança, os diversos grupos de interesse tratam de esquivar-se das incertezas do orçamento anual, tratando de inscrever na pedra da Constituição as suas conquistas, reservando-as das mudanças nas inclinações políticas ou mesmo das incertezas da conjuntura econômica. 

No Brasil, a maior parte do orçamento chega ao Congresso para ser discutido e votado, com a maior parte dos recursos já previamente comprometidos ou contratados, seja por meio de vinculações constitucionais, seja por indexação obrigatória dos valores. Assim, a maior parte das despesas públicas tornou- se obrigatória, quer haja recursos ou não. Daí a inevitabilidade dos déficits, quando os recursos previstos não se realizam, ou porque as receitas foram superestimadas, ou porque houve retração na atividade econômica, e, portanto perda de receitas. Os esforços de ajuste, quando estes são requeridos, acabam se concentrando numa parcela mínima do orçamento, o que torna o ajuste mais difícil e menos efetivo. Esta é uma das razões principais porque as despesas públicas tem crescido sistematicamente acima do PIB. Enquanto as receitas também cresciam neste ritmo, a situação parecia controlada. Hoje o aumento sem limite da carga tributária não é mais uma possibilidade!

O orçamento é a peça mais importante de uma legislatura. Para este fim é que os parlamentos foram criados no moderno Estado de direito. E assim continua sendo na maioria das grandes democracias modernas. Se quisermos atingir o equilíbrio das contas públicas, sem aumento de impostos, não há outra saída a não ser devolver ao orçamento anual a sua autonomia. A cada ano a sociedade e o parlamento elegem suas prioridades, conforme os recursos e as necessidades. Se houver erro, poderá ser corrigido no ano seguinte e não perdurar para sempre. 

Para um novo regime fiscal, voltado para o crescimento, e não para o impasse e a estagnação, precisamos de novo regime orçamentário, com o fim de todas as vinculações e a implantação do orçamento inteiramente impositivo. A despesa orçada terá que ser executada, sem ressalvas arbitrárias, salvo em caso de frustração das receitas, caso em que se aplicarão às despesas um limitador médio, com índices previamente aprovados pelo Congresso podendo ser variáveis, mas produzindo sempre uma redução final suficiente para o equilíbrio, ao longo do ciclo econômico. [Pág 8 e 9 /19] 

[Comentário: 'A cada ano a sociedade e o parlamento elegem suas prioridades, conforme os recursos e as necessidades' - com a estrutura de "representatividade" atual ($1 = 1 voto dos financiados pelo Mercado) como a Sociedade pode atribuir ao Parlamento definir os perdedores / ganhadores do Orçamento? Com as vinculações já há um imenso desequilíbrio entre Despesas Sociais (minimas) e Serviço da Divida (mais de 40% do Orçamento)

Como será sem elas?]

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Ao contrário do que dizem os MERCADORES DA MORTE, os MISSIONÁRIOS ACADÊMICOS / MIDIÁTICOS da RELIGIÃO DE WALL STREET, que SATURAM praticamente toda a IMPRENSA com sua VISÃO DO CAMINHO ÚNICO DO MERCADO, e DEMONIZAM como revolucionários ingênuos, sonhadores ou diabólicos ladrões da 'prosperidade do mercado' - O ÚNICO E VERDADEIRO DEUS - qualquer pessoa que tente questionar suas "verdades inquestionáveis",

EXISTEM ALTERNATIVAS - pois o Atual Mecanismo de Acesso e Troca de Bens e Serviços é uma tecnologia humana e, como tal, imperfeita e passível de APRIMORAMENTO, EVOLUÇÃO.

Dinheiro- o 'Sistema Circulatório da Economia de Mercado'
--- " Não há falta de comida no mundo. 
--- O que ocorre é que um grande número de seres humanos NÃO TEM DINHEIRO PARA COMPRAR COMIDA! " (não têm como ser atendidos pelo atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços - o Sistema de Mercado)

Algumas das propostas, em estudo e / ou pilotos de implantação, para superar as limitações do atual Mecanismo de Acesso e Trocas de Bens e Serviços (Sistema de Mercado):...


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NA IMAGEM:

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Uma Ponte para o Futuro - PMBD - Fundação Ulysses Guimarães - Brasília, 29 de outubro de 2015

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Capitalismo Parasitário (2010) - Bauman, Zygmunt - Zahar 
O aclamado sociólogo Zygmunt Bauman lança nesse novo livro o seu olhar crítico sobre temas variados do mundo contemporâneo: cartões de crédito, anorexia, bulimia, a crise financeira de 2009 e suas possíveis soluções, a inutilidade da educação nos moldes atuais, a cultura como balcão de mercadorias... Todos são fenômenos que colaboram para o mal-estar dominante em nossas sociedades, e estão brilhantemente relacionados ao conceito de liquidez desenvolvido pelo sociólogo. 

Resumo: 
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Vida para Consumo (2008) - A Transformação das Pessoas em Mercadoria - Bauman Zygmunt - Zahar
Zygmunt Bauman nos revela a verdade oculta, um segredo bem guardado da sociedade contemporânea: a sutil e gradativa transformação dos consumidores em mercadorias. As pessoas precisam se submeter a constantes remodelamentos para que, ao contrário das roupas e dos produtos que rapidamente saem de moda, não fiquem obsoletas. Bauman examina ainda o impacto da conduta consumista em diversos aspectos da vida social: política, democracia, comunidades, parcerias, construção de identidade, produção e uso de conhecimento. E não esquece de analisar como esta característica parece evidente no mundo virtual: redes de relacionamento, como Orkut e MySpace, não trabalham com a idéia do homem como produto?

Resumo (Comunidade Virtual de Antropologia):

A VIDA PARA CONSUMO
"Bush sugeriu, após o 11/09: 'fazer luto'?-'rezar'?-'ter esperança'? Não. Ele disse para 'comprarmos'!

Assista (11 minutos):
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MONOPOLY ou BANCO IMOBILIÁRIO: jogos de tabuleiro - uma das mais antigas e eficazes FERRAMENTAS DE DOUTRINAÇÃO de jovens e adultos para os RITUAIS COMPETITIVOS da IDEOLOGIA DE WALL STREET: 'Só deve restar UM: o Ganhador. Aquele que TOMA todas as PROPRIEDADES dos outros jogadores.' Jogo sem espaço para alianças ou cooperação, possíveis até em jogos de guerra, como WAR!

Diferenças entre o Monopoly e o Banco Imobiliário:

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VER TAMBÉM:
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Internetocracia - Brasil - 26 de setembro de 2015
'ESTE' AJUSTE FISCAL = ARROCHO SOCIAL! NOVAMENTE?? - Vamos construir uma alternativa de Ajuste Fiscal Democrática e JUSTA?
--- Servidores Federais: Fórum que representa 90% da categoria prepara reação a adiamento de reajuste salarial e corte de abono, em 2015
--- Secretário de Alckmin diz que docentes não terão reajuste em 2015

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Internetocracia - Brasil - 25 de outubro de 2015 
**** PROGRAMA DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA, DE DÉCADAS, NÃO DEBATIDO NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO. ****
------ "Não há mais como escamotear, a inexplicável política de juros altos praticada no Brasil é resultado de luta de classes. E a classe dos banqueiros tem vencido sistematicamente. Não se trata nem mais de uma questão técnica, mas política."

------ "Como na lenda do Minotauro, juros são tributo imposto à sociedade brasileira pelos mais ricos. Como eles paralisam o país e o tornam mais desigual. Por que é possível vencê-los."

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Internetocracia - Brasil - 8 de novembro de 2015
Saiba porque o seu DIREITO A UMA APOSENTADORIA DIGNA está sob ataque (“A partir do Governo Collor, a reforma da Previdência (reduzir direitos dos segurados e enfraquecer o sistema) passou a constar das agendas de todos os governos, até o governo atual”)

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Internetocracia - Brasil - 8 de novembro de 2015
Auditoria Cidadã da Dívida:
? ? ? ? ? Jornalismo compactua com elite financeira—por quê?

--- "Os bancos e as agências de risco tornaram-se os ditadores do Ocidente. Exatamente como os Mubaraks e Ben Alis, os bancos acreditaram – e disso continuam convencidos – que seriam proprietários de seus países.

--- As eleições no Ocidente – que deram poder aos bancos e às agências de risco, mediante a colusão de governos eleitos – tornaram-se tão falsas quanto as urnas que os árabes, ano após ano, eram obrigados a visitar, décadas a fio, para ‘eleger’ os proprietários deles mesmos, de sua riqueza, de seu futuro.

--- Goldman Sachs e o Real Banco da Escócia converteram-se nos Mubaraks e Ben Alis dos EUA e da Grã-Bretanha, cada um e todos esses dedicados a afanar a riqueza dos cidadãos, garantindo ‘bônus’ e ‘prêmios’ aos seus próprios gerentes pervertidos. Isso se fez no Ocidente, em escala infinitamente mais escandalosa do que os ditadores árabes algum dia sonharam que fosse exequível."



"Os dados da policia federal que apareceram nos jornais da grande mídia, mostraram que entre 2002 e 2012, saíram dos cofres públicos, a titulo de corrupção, aproximadamente R$ 51 bilhões, muito dinheiro. Eu fiz a soma dos pagamentos de juros e amortizações, no mesmo período, saíram dos cofres públicos, mais de R$ 7 trilhões, quase 140 vezes o valor da corrupção. Não que a corrupção não deva ser enfrentada, mas fica claro que a corrupção do varejo é só uma cortina de fumaça. A grande corrupção que não é enfrentada, nem disseminada na grande mídia, chama-se Dívida Pública. "

"As GRANDES CORPORAÇÕES desse país devem mais de R$ 1,5 trilhões em tributos, de acordo com os dados da Receita Federal, que se pagos poderiam melhorar e muito a nossa vida. Isso é corrupção?"

"Todos falam que devemos respeitar a Constituição. O art. 26 ADCT, fala em criar uma comissão mista ( Câmara e Senado) para realizar uma Auditoria na dívida externa, um ano após a promulgação da CF/1988, já se passaram mais de 27 anos, nada foi feito. Causando um enorme prejuízo a nação e sua população. Isso é corrupção?"

"Montanhas de dinheiro são desviados para os paraísos fiscais, a título de esconder dinheiro ou lavar dinheiro. Sabem quem faz isso, as GRANDES CORPORAÇÕES desse país, que hoje apontam o dedo para acusar de corrupção o governo. Isso é corrupção?"

"Tem um suspeita, que já foi enviada ao STF. Comprovada pelo prof Adriano Benayon, através de uma estudo denominado: Anatomia de uma fraude a Constituição - O artigo 166 da CF, de acordo com o estudo, comprovante que esse artigo na linha "b" que garante o pagamento da dívida pública, não foi votado no primeiro turno, entanto como se fosse um contrabando, na redação final. Leia o artigo, encontrasse da prof Google. Isso é corrupção?"

"O Sistema cria mitos, que repetidos inúmeras vezes na grande mídia, torna-se verdade. É o caso da Previdência Social, que a mídia alardei o seu grande déficit. No estudo da Anfip, entre 2005 e 2014, a Previdência Social teve um superávit de mais de R$ 500 bilhões. Mas se isso for admitido, os governos teriam que melhorar o salário mínimo, aposentadorias e etc. Mas o principal objetivo desse ataque é capturar o segundo maior orçamento da União. Na realidade a Seguridade Social está formada em um tripé: Previdência Social - 21,76% - Assistência Social - 3,08% e Saúde - 3,98%. Totalizando 28,82%, que representaria mais de R$ 600 bilhões em 2014, por exemplo. É atrás dessa quantia que o grande Capital captura o Estado e obrigada sacrificar o povo para garantir mais lucratividade."

"Gostaria que vocês respondessem essas poucas indagações e se vocês não se der por satisfeito com os fatos, posso enviar mais argumentos ratificando como esse processo neoliberal está sendo instalado no Brasil. Um abraço, sem rancor. Isso não é briga édebate.

Precisamos aprofundar nossa visão, para que não caiamos na vala comum."

Paulo Lindesay - Membro da Auditoria Cidadã RJ


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