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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

[Política 2.0] Google e Twitter se aliam para ajudar egípcios - Companhias desenvolvem ferramenta que permite “tuitar” o que está acontecendo, mesmo sem acesso à web - Jordânia: premiê e governo apresentam renúncia ao rei Abdullah

Google e Twitter se aliam para ajudar egípcios
por IT Web
01/02/2011



Companhias desenvolvem ferramenta que permite “tuitar” o que está acontecendo, mesmo sem acesso à web

O Google informou na segunda-feira (31/01) ter desenvolvido uma ferramenta junto ao Twitter pela qual os cidadãos egípicios podem tuitar, mesmo com a interrupção dos serviços de telefonia móvel e internet.


Segundo a agência EFE, a ferramenta funciona por meio de três telefones internacionais em que os usuários deixam mensagens de voz que são tuitadas com o tema #egypt.

O Google e o Twitter trabalharam no final de semana junto com um grupo de engenheiros do SayNow para criar a ferramenta.

Quem quiser ouvir as mensagens podem acessar a página twitter.com/speak2tweet.

  ð        Você tem Twitter? Então, siga http://twitter.com/IT_Web e fique por dentro das principais notícias de TI e telecom.  


Jordânia: premiê e governo apresentam renúncia ao rei Abdullah
01 de fevereiro de 2011 • 11h19 • atualizado às 12h42

O premiê jordaniano, Samir Rifai, e o restante de seu Executivo apresentaram nesta terça-feira sua renúncia ao monarca Abdullah II, que designou como novo chefe do governo o antigo primeiro-ministro Maaruf Bakhit, informou nesta terça-feira a Casa Real jordaniana em comunicado.

Segundo uma autoridade jordaniana, o monarca aceitou oficialmente a renúncia de Samir Rifai, ex-conselheiro do governo, e pediu que Marouf Bakhit forme um novo gabinete.

Manifestantes inspirados pelos protestos de massa na Tunísia e no Egito pediam a demissão de Rifai. "(Bakhit) é um ex-general e embaixador por breve período em Israel. Ele já ocupou o cargo de primeiro-ministro antes. É alguém que seria visto como uma ajuda confiável", disse Rosemary Hollis, professora de estudos políticos de Oriente Médio na City University, em Londres.

"Eu não diria que é um sinal de liberalização. Na outra vez em que foi premiê, ele faltou sobre reformas, mas muito pouco de fato foi feito", disse ela.

Criticado publicamente pela elevação dos preços dos alimentos, Rifai anunciou duas semanas atrás aumento de salários para funcionários públicos e militares, numa tentativa de restaurar a calma.

Os protestos se espalharam pelo país nas últimas semanas. Manifestantes atribuíram a pobreza do povo à corrupção provocada por reformas de liberalização da economia.

Muitos jordanianos acusam os sucessivos governos do país por uma prolongada recessão e a crescente dívida pública, que atingiu o recorde de 15 bilhões de dólares este ano, numa nação que tem uma das menores economias do mundo árabe e é fortemente dependente de ajuda externa.

Comparar com:
Nota: às vezes o “final feliz” não é tão fácil de ocorrer. Como quando a população de Consumidores / Contribuintes, chamados a contribuir, se revolta com a situação, impedindo, ou retardando, a solução da Crise Financeira. Um exemplo desta situação inconveniente está sendo apresentado pela população da Grécia, o berço da Civilização Ocidental.
De: 

Um roteiro em dez passos de uma Crise Financeira  (copiado abaixo)


Mais “lenha na fogueira”?

FMI adverte sobre risco de aumento do desemprego no mundo

Jornal do Brasil - ‎há 2 horas‎
O diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, advertiu hoje que há uma tendência de aumentar o desemprego no mundo, afetando diretamente a população mais jovem. "Nós enfrentamos a perspectiva de uma geração perdida de jovens ...

Srauss-Khan recomenda aos países asiáticos ajustes nas taxas de câmbio

Terra Brasil - ‎há 2 horas‎
O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, pediu nesta terça-feira aos bancos nacionais dos países da Ásia o ajuste das taxas de câmbio para evitar o reaquecimento de suas economias. "O ajuste da taxa de câmbio, ...

Desequilíbrio entre países são ameaça global, avalia FMI

veja.com - ‎há 2 horas‎

Desequilíbrios globais estão voltando, diz FMI

O Globo - ‎há 2 horas‎

Desequilíbrios globais do período pré-crise estão voltando, diz FMI

O Globo - ‎há 3 horas‎


Ver também:

QUARTA-FEIRA, 5 DE MAIO DE 2010

Um roteiro em dez passos de uma Crise Financeira


1.  Alguém (Empresa, Órgão de um Governo, Organização) apresenta um projeto ao Sistema Financeiro

2.  A Instituição Financeira encarregada de avaliar o retorno do projeto não cumpre seu papel corretamente:

·        Errando na avaliação do retorno em si, geralmente estimado como muito maior que o possível

·       Errando na avaliação do risco envolvido deste retorno não ocorrer, o que deveria aumentar as taxas cobradas – reduzindo o retorno - ou, no limite, impedindo a contratação da Operação Financeira.

3. O engano acima se repete milhões, bilhões (??!!!!) de vezes.  Exemplos recentes: Bolhas imobiliárias (Japão, Sub-prime), Escândalos empresariais (Enron [1], Parmalat [2] , WorldCom [3])

Nota: os Intermediários Financeiros estão recebendo normalmente seus rendimentos e, em geral trimestralmente, bônus sobre os volumes, ou sobre os altos retornos esperados, na forma de Lucros Futuros, sobre as Operações Financeiras contratadas conforme este roteiro.

4. Surgem indícios de que os Credores (Investidores em Fundos (de ações, de pensões (aposentadorias), de Renda Fixa, depositantes nos Bancos, etc.) não receberão os lucros projetados nas Operações Contratadas de acordo com este roteiro

5  As Operações Financeiras tem seus Lucros Projetados reavaliados, “marcados a Mercado”, muitas vezes o próprio valor investido, “virando pó”, pois “descobre-se” a incapacidade dos Devedores pagarem as Operações Financeiras.

6. Os resultados das Instituições Financeiras são afetados, tornando muitas delas insolventes.

7. Para evitar uma Crise Sistêmica, os Tesouros Nacionais – leiam-se os Consumidores / Contribuintes – são chamados a contribuir para evitar a falência do Sistema Financeiro. O dinheiro dos Tesouros Nacionais, que foi recolhido para financiar as atividades típicas de Governo – tais como: educação, previdência, saúde, segurança pública - é alocado ao Sistema Financeiro para evitar sua ruptura.

Nota: como os Governos não têm dinheiro disponível – normalmente estão com todas suas Receitas Tributárias comprometidas com despesas já contratadas, quando já não estão endividados, surgem duas possibilidades:

·         Emissão de moeda, gerando Inflação, o aumento generalizado dos preços dos Produtos e Serviços penalizando os Consumidores / Contribuintes.

·         Obtenção de Empréstimos junto a Instituições Financeiras ou, o que normalmente ocorre em momentos de Crise Financeira, junto a Organismos Internacionais – FMI, Comunidade Européia – redistribuindo a conta da Crise Financeira entre Consumidores / Contribuintes de vários países.

8. É feito o saneamento do Sistema Financeiro - a transformação de Dividas Privadas em Dividas Governamentais - ou no jargão popular a “Socialização dos Prejuízos”.

9. As populações de Consumidores / Contribuintes afetadas arcarão com as conseqüências destas dividas por longos períodos. Estas conseqüências são conhecidas como: depressão, estagnação, estaglação, inflação, recessão e outros termos criados e teorizados pelos Doutores em Economia, para garantir que o Sistema Financeiro não repita seus erros.

10. O Sistema Financeiro retoma seu funcionamento normal!!!

Nota: às vezes o “final feliz” não é tão fácil de ocorrer. Como quando a população de Consumidores / Contribuintes, chamados a contribuir, se revolta com a situação, impedindo, ou retardando, a solução da Crise Financeira. Um exemplo desta situação inconveniente está sendo apresentado pela população da Grécia, o berço da Civilização Ocidental.

The End ?

(Uma vez que já vimos este filme várias vezes: 1929 / 1970 / 1984 / 1989 / 1994 / 2000 / 2002 / 2004 / 2008 / 2010)

Qualquer semelhança com fatos ou personagens reais é mera coincidência.


SEXTA-FEIRA, 16 DE ABRIL DE 2010

Os Dez Mandamentos - norte mais claro para ajudar na construção de uma outra Governança Planetária, que priorize a Sustentabilidade

 

Os Dez Mandamentos

(Edição revista e atualizada)

Ladislau Dowbor e pesquisadores
do grupo Crises e Oportunidades

 

I – Não comprarás os Representantes do Povo

 

II – Não Farás Contas erradas

 

III – Não Reduzirás o Próximo à Miséria

 

IV – Não Privarás Ninguém do Direito de Ganhar o seu Pão

 

V – Não Trabalharás Mais de Quarenta Horas

 

VI – Não Viverás para o Dinheiro

 

VII –  Não Ganharás Dinheiro com o Dinheiro dos Outros

 

VIII – Não Tributarás Boas Iniciativas

 

IX – Não Privarás o Próximo do Direito ao Conhecimento

 

X – Não Controlarás a Palavra do Próximo

 

MARCADORES: CAPITALISMO, COMUNIDADEGLOBAL, DOWBOR_LADISLAU, ECONOMIA,GOVERNANCA, MERCADOLIVRE, POLITICA, PROBLEMA ECONOMICO, QUALIDADE_VIDA,SOLIDARIEDADE, SUSTENTABILIDADE

Leia aqui 




QUINTA-FEIRA, 15 DE ABRIL DE 2010

Gestão (Governança) de Organizações Governamentais, Privadas e do Terceiro Setor - discrepância que há entre a realidade econômica e o que se denomina "a sabedoria convencional"


Car@s, boa noite.

 

    Respeito muito a visão de alguns homens, provada pelo tempo. John Kenneth Galbraith, como pode ser percebido por quem se dispuser a compreender suas idéias, é um destes homens que enxergaram as conseqüências das tendências dominantes em sua época - "O futuro que já aconteceu" - como definia Peter Drucker.

 

    Partilho alguns trechos de pesquisas efetuadas motivadas pela questão expressa na frase do assunto desta mensagem:

·         Gestão (Governança) de Organizações Governamentais, Privadas e do Terceiro Setor - discrepância que há entre a realidade econômica e o que se denomina "a sabedoria convencional".

    Hoje temos a capacidade de enxergar melhor o "funcionamento do relógio tecno-burocrático / financeiro", cujos excessos foram denunciados por Galbraith, dentre outros, por estarmos vivendo as conseqüências desses excessos : a Crise Financeira. 

 

    Será que aprenderemos a lição?

 

MARCADORES: CRISEFINANC, ECONOMIA, GALBRAITH_JOHN_KENNETH, GOVERNANCA,PROBLEMA ECONOMICO, REFORMAFINANCEIRA

 

Leia aqui




--

Atenciosamente.
Claudio Estevam Próspero 
http://mitologiasdegaia.blogspot.com/ (Blog: Mitologias de Gaia)
http://criatividadeinovao.blogspot.com/ (Blog: Criatividade e Inovação)
http://redessociaisgovernanaliderana.blogspot.com/ (Blog:Governança e Liderança em Redes Sociais)
http://reflexeseconmicas.blogspot.com/ (Blog: Reflexões Econômicas)
http://poltica20-yeswikican.blogspot.com/ (Blog: Política 2.0 - Yes, WIKI CAN)
http://www.portalsbgc.org.br/sbgc/portal/ (Comunidade Gestão Conhecimento)

Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE.

Nossa Espécie (Homo Sapiens Sapiens Demens - Edgar Morin) Agradece!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Temendo "efeito Tunísia", Egito bloqueia o Twitter no país - (a força das redes sociais, que se tornaram uma ferramenta de mobilização e divulgação dos protestos.) E no Brasil? => RECALL dos Parlamentares Irresponsaveis

"Redes sociais não podem ser controladas pelos governos autoritários, é uma bola de neve que eles não têm como segurar.
A informação está aí, e qualquer pessoa pode ter acesso.
Nós não podemos mais ignorar isso", salientou Magda Abu-Fadil, de Beirute.

Temendo "efeito Tunísia", Egito bloqueia o Twitter no país
25 de janeiro de 2011 • 17h38 • atualizado às 17h47

Em um aparente esforço para minimizar o poder de mobilização da população, o governo do Egito está tentando censurar o Twitter e outros sites no país. Milhares de pessoas estão nas ruas do Cairo e de outras cidades para protestar contra o governo de Hosni Mubarak. Com a iniciativa, as autoridades procuram evitar o que aconteceu na Tunísia, onde muitas manifestações foram organizadas pelo serviço de microblog e pelo Facebook.

Há informações de que quase 100 mil pessoas aderiram à página de protestos na rede social mais utilizada no mundo, segundo o Christian Science Monitor. No Twitter, as pessoas usaram as hashtags #Jan25, #EgyRevolt e #Egypt nos posts em que disponibilizaram fotos, vídeos e informações sobre o que estava acontecendo nas ruas do Cairo. No entanto, internautas de mundo inteiro estão denunciando o bloqueio do Twitter no Egito.

Na Tunísia, as redes sociais foram decisivas para a queda de Zine Al-Abidine Ben Ali, no dia 14 de janeiro, segundo analistas. Durante as semanas de violência e manifestações da população contra a corrupção, altas dos preços, desemprego e falta de democracia, vídeos começaram a aparecer no Facebook e Twitter mostrando a repressão imposta pelas forças de segurança do governo da Tunísia.

 O governo chegou a bloquear sites como o YouTube, mas ignorou a força das redes sociais, que se tornaram uma ferramenta de mobilização e divulgação dos protestos.

Ativismo na internet acelerou queda de ditador na Tunísia
17 de janeiro de 2011 • 14h28 • atualizado às 14h31


Tariq Saleh
Direto de Beirute
A renuncia do ditador tunisiano Zine Al-Abidine Ben Ali no dia 14 de janeiro após quase um mês de violentos protestos teve a ajuda de um forte movimento na internet, entre blogueiros, usuários do Twitter e a rede social Facebook. Muitas das imagens que chegavam às grandes emissoras de TV internacionais foram feitas por ativistas nas ruas da capital Túnis.

Durante as semanas de violência e manifestações da população contra a corrupção, altas dos preços, desemprego e falta de democracia, vídeos começaram a aparecer no Facebook e Twitter mostrando a repressão imposta pelas forças de segurança do governo da Tunísia.
A mídia internacional rapidamente usou as imagens e as informações nas redes sociais e blogs de jornalistas locais e ativistas como fonte, mostrando uma mudança no comportamento das redações na busca de fontes. "Aproximadamente 3,6 milhões de tunisianos se conectam diariamente. A maioria das manifestações, incluindo aquela em frente ao palácio presidencial de Ben Ali foi organizada através do Facebook", contou a uma rádio francesa Phillip Rochot, um morador de Túnis.

A censura da mídia era uma das armas cruciais do regime de Ben Ali durante os 23 anos em que esteve no poder. Como em muitos países do mundo árabe, em que governos autoritários controlam jornais e emissoras de rádio e TV, o ativismo na internet se tornou a única maneira de cidadãos manifestarem suas frustrações.

Sites de compartilhamento de vídeos foram banidos na Tunísia até o dia anterior à renuncia de Ben Ali, quando o próprio presidente anunciou uma série de site que seriam bloqueados, como o YouTube.

Facebook
Mas o governo não contava com a força do Facebook, que permaneceu acessível na rede mundial e foi, segundo analistas, o grande responsável pelas imagens que correram o mundo com os protestos e repressão da polícia tunisiana, que deixou um saldo de mais de 60 pessoas mortas e centenas de feridos.

"Embora ativistas e jornalistas tenham usado outras mídias sociais também, o Facebook foi o grande culpado pela queda de Ben Ali. Através da rede social, jovens organizaram suas ações nas ruas, deixando o governo sem controle da informação", disse Magda Abu-Fadil, diretora do Programa de Treinamento em Jornalismo da Universidade Americana de Beirute, no Líbano.

De acordo com Mukhtar Trifi, diretor de Liga Tunisiana de Defesa dos Direitos Humanos, o Facebook virou uma forma de expressão para a maioria dos jovens desempregados da Tunísia, apesar do medo e repressão no país. "Vários problemas assolavam o país, todos sabiam mas ninguem falava a respeito. Nesse cenário, o Facebook virou a arma da juventude", disse ele ao prestigiado site americano The Huffington Post.

Ele explicou que a derrubada do poder de Ben Ali não teria sido possível sem o opoio do exército, mas que os tunisianos inundaram o Facebook com vídeos amadores com imagens da repressão policial, esquadrões de atiradores e violentos protestos em suas contas no Facebook direto de suas casas ou cybercafés.

"Muitos tunisianos tinham amigos e familiares morando fora do país, como na França e resto da Europa. Assim que os vídeos estavam na rede, eles se multiplicavam nas contas destes amigos, tornando impossível o controle pelo regime de Ben Ali", reiteirou Phillip Rochot.

Twitter e confiabilidade
Mas o fenômeno das redes sociais na cobertura de um grande evento começou em 2009, quando a conturbada eleição presidencial no Irã levou centenas de milhares de pessoas às ruas de várias cidades em protesto contra o resultado, que reelegeu o atual presidente Mahmoud Ahmadinejad.

Acusando o governo de fraudar o resultado do pleito, a oposição, liderada por seu candidato derrotado Mir Hussein Moussawi, mobilizou simpatizantes nas ruas que foram duramente reprimidos pela polícia e milícias pró-governo.

Com a mídia internacional censurada e controlada no país, as imagens dos protestos eram feitos pelos celulares e enviados pelo Twitter, onde as emisorras internacionais usavam para transmitir o que acontecia no país.

Uma das grandes questões que envolvem o uso das mídias sociais por jornalistas envolve a confiabilidade e credibilidade da informação.

Segundo Firas Al-Atraqchi, professor de Jornalismo da Universidade Americana do Cairo, nas primeiras duas semanas dos protestos na Tunísia, as informações que chegavam aos jornalistas internacionais vinha das redes sociais.

"O Twitter foi crucial para informar observadores e jornalistas estrangeiros. O Facebook foi atacado depois que o governo percebeu que imagens estavam chegando ao mundo através do site e desesperadamente tentou atacar e fechar contas de vários usuários", escreveu ele também em um artigo no The Huffington Post.

Para ele, as informações devem ser filtradas, em que as redações devem selecionar as imagens e depoimentos vindas de pessoas que estão testemunhando os eventos que acontecem em primeira mão.

"Uma das maneiras de fazer isso era pegar as informações e imagens vindas de pessoas que se identificavam e depois checar se estas informações estavam sendo repetidas por outras pessoas. Depois, havia a confirmação por telefone com ONGs ou fontes oficiais para corroborar os fatos", disse ele.

Jovens no Oriente Médio vêm cada vez mais escolhendo o Twitter e Facebook como ferramentas para organizar protestos e quebrar anos de silêncio e repressão em seus países.
"Redes sociais não podem ser controladas pelos governos autoritários, é uma bola de neve que eles não têm como segurar. A informação está aí, e qualquer pessoa pode ter acesso. Nós não podemos mais ignorar isso", salientou Magda Abu-Fadil, de Beirute.

http://img.terra.com.br/i/2011/01/17/1755668-3014-in.gif



http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQm6EuRbSroQAhTTlsAFMUlf_F7Rg4bK2F08xfVDAhZ_ByoBltyRw      http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQYPheqkiDTlD3aFtQ2ND6Dty4rOEkWuBgP8tYqifce68ib5Mz_Lw 


  http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ6z5LyfD_VPHF0n-rGGy-Nh1_OpXjijp-fojs8h_WOcBPSomdOlMpywmgcCA  BASTA:


Recall
 dos parlamentares | causes.com

Recall dos parlamentares. Catalisar campanha de assinaturas para projeto de lei de iniciativa popular que permita aos eleitores, em 2012, desde que aprovado até Outubro de 2011,  cassar os mandatos de representantes (deputados, senadores, vereadores) considerados “com defeito” em sua função parlamentar.

Recall dos parlamentares | causes.com

BLOG DO PROFESSOR PEIXOTO ::: O RECALL, OU A DESELEIÇÃO E REMOÇÃO DOSPARLAMENTARES IRRESPONSÁVEIS · Add a comment. Membership-milestone ...

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QUINTA-FEIRA, 30 DE DEZEMBRO DE 2010
PROJETO DE LEI DE INICIATIVA POPULAR PARA DESELEGER PARLAMENTARES IRRESPONSÁVEIS
À LUTA, ELEITORES! “LEI DA DESELEIÇÃO”