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quinta-feira, 10 de maio de 2018

Geopolítica- EUA: Departamento da Paz x Departamento da Defesa (07/04/2018: #AlémFlaFlu #EvitemosIdioticePolítica #DisrupçãoEnergia #Geopolítica #GrandeJogo #Perspectivas: #AméricaLatina #Brasil #China #EUA #Rússia)


"Guerra Fria: EUA e URSS são 2 leões cercados por 10 tigres" (Não localizai livro de onde cito esta imagem de Geopolítica)

Podem estar buscando: Guerra Fria - O Retorno? Com medo de perda de poder do Mundo G-Zero (Ian Bremmer)?

Alguns argumentos, em defesa desta tese, são citados logo abaixo das evidências de que temos Alternativas de Abundância  (Diamandis e Singularity University) para evitarmos a Transição Sangrenta para Anos Dourados II (Anos Dourados I: Pós Guerras (I e II- 1945 a 1970))


#AbundânciaNossoDestino #ÁguaPura #Slingshot #SaúdeSocial
"Não há forma mais fácil de ACABAR COM 50% das DOENÇAS HUMANAS (derivadas da falta ou consumo de água contaminada)

Departamento Defesa fabrica armas de destruição em massa de última geração. E se fabricássemos armas de CONSTRUÇÃO EM MASSA; Água Pura para todos, em TODO O MUNDO. Do amigo EUA => Departamento da Paz! Evitaríamos muitas guerras..." Dean Kamen - criador Slingshot

VER:
"Podemos esvaziar METADE DOS LEITOS DE HOSPITAIS NO MUNDO. Apenas dando ÁGUA PURA PARA AS PESSOAS!"
Netflix - SlingShot
#Abundância #Slingshot #ÁguaPura #Saúde

https://www.facebook.com/DespertarGaia/photos/a.869697769817496.1073741827.869692046484735/1219671884820081/?type=3&theater






Site do Peter Diamandis - uma de minhas principais referências sobre Abundância e Fenômenos Exponenciais


Autor de: 

-Abundância - O Futuro é Muito Melhor que Você Imagina

-BOLD - Como Ser Grande, Criar Riqueza e Impactar o Mundo

-Fundador, com Ray Kurzweil ((autor de The Singularity is Near-11/02/2010), inventor e guru sobre inteligência articial e diretor de engenharia do Google) da [Singularity University (SU=NASA+Google)]
Blog: ABUNDANCE INSIDER: SEPTEMBER 8, 2017 EDITION

http://www.diamandis.com/



Onde reúno informações similares:
Despertar de Gaia - aqui serão agrupados recursos perceptivos que contribuam para acordarmos e deixarmos de ser o câncer sendo a Consciência de Gaia.






Podem estar buscando: Guerra Fria - O Retorno? 
Alguns argumentos, em defesa desta tese: 


10/05/2018

Ataque de Israel, em resposta a mísseis iranianos deixou mais de 20 mortos na Síria

70 mísseis foram disparados, segundo Defesa da Rússia, aliada da Síria. Israel diz que respondeu a disparos de foguetes iranianos contra Golã.

https://g1.globo.com/mundo/noticia/ataque-de-israel-em-resposta-a-misseis-iranianos-deixou-mais-de-20-mortos-na-siria.ghtml

O ataque promovido por Israel na madrugada desta quinta-feira (10) contra alvos iranianos na Síria deixou 23 mortos, segundo informa o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), ONG que monitora o conflito na Síria.
Israel lançou os mísseis como resposta a disparos de foguetes iranianos contra o lado da Colina de Golã que é ocupado por Israel. Golã é um território sírio que Israel ocupou na Guerra dos Seis Dias de 1967 e anexou mais tarde em uma decisão não reconhecida pela comunidade internacional.
A tensão entre Israel e Irã aumentou desde que o presidente americano Donald Trump anunciou a saída dos EUA do acordo nuclear assinado com o Irã e potências ocidentais em 2015. Israel, que é o principal aliado dos EUA no Oriente Médio, apoiou a decisão de Trump e já disse que não deixaria o Irã se estabelecer na guerra da Síria. O Irã tem ajudado o presidente sírio, com centenas de soldados e algumas bases militares, a derrotar uma rebelião de mais de sete anos.
No ataque desta madrugada, o Exército israelense usou 28 aviões e disparou 70 mísseis contra infraestruturas iranianas na Síria, de acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, aliada da Síria. A metade dos mísseis foi destruída pelo sistema de Defesa antiaéreo, ainda segundo a Rússia.  (...)


09/05/2018

??? Irã dispara mísseis contra alvos militares israelenses

VEJA.com-2 horas atrás
As forças do Irã dispararam cerca de 20 mísseis contra alvos militares de Israel localizados nas Colinas de Golã nesta quarta-feira (9), segundo o Exército israelense. As Colinas do Golã foram anexadas por Israel em 1981 e o país considera a região como parte integral de seu território, mesmo sem amplo ...

Israel acusa Irã de disparar mísseis contra exército no Golan
Internacional Estadão-3 horas atrás

Irã lança 20 mísseis contra Colinas de Golã
Istoe-3 horas atrás

Cenário: Conflito regional não é apenas cenário de ensaio acadêmico
Internacional Estadão-18 horas atrás
Um conflito regional a partir, por exemplo, de um ataque preventivo desfechado por Israel contra o Irã não é apenas uma possibilidade, mas um risco real ... O resultado mais claro do empreendimento é a sofisticada rede de bases militares, controlada pela Guarda Revolucionária, conhecida como Cidade dos Mísseis.

Após fala de Trump, Israel dispara mísseis contra a Síria - 08/05/2018 ...
1 dia atrás - A Síria acusou Israel de ter lançado mísseis contra alvo próximo à capital, Damasco, pouco depois de presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar a saída ... O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, faz discurso na TV sobre decisão dos EUA de sair de acordo nuclear com o Irã, em Jerusalém - Thomas ...  

?????? Não encontrei referências em mídias internacionais (BBC, ELPAIS, NyTimes...) Só a mídia brasileira noticiou!?




08/05/2018

Siga a grana

Um dia após a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã, anunciada por Donald Trump na terça-feira (8/04), em Washington, países exportadores de petróleo & as gigantes do setor já comemoram lucros expressivos: o barril atingiu hoje US$ 77,31 (alta de 3,3% em um dia).

O fim do acordo impulsionará também a demanda por armamentos e sistemas de defesa em todo Oriente Médio.

Siga a grana. E grande parte das motivações de Donald Trump se revelarão.

Não há loucura. Há cálculo.  [Claudio Guedes - Facebook]  =>  Trump anuncia saída dos EUA de acordo nuclear com Irã
Ignorando apelos de parceiros europeus, presidente americano determina retirada dos Estados Unidos de pacto de 2015 e afirma que Washington voltará a aplicar sanções contra Teerã. Decisão é alvo de enxurrada de críticas.







06/05/2018

Perigo, a longo prazo, é o populismo - Ian Bremmer

“Nos próximos anos vão se erguer mais muros físicos e virtuais contra a migração e o livre-comércio e as sociedades se tornarão mais divididas entre ganhadores e perdedores da globalização”.


Em palestra no Instituto FHC, (...)

(...) Aqueles que defendiam a globalização prometeram um mundo de vencedores, um em que o livre comércio levantaria todos os barcos do mundo e os extremos de esquerda e direita dariam lugar a valores liberais universalmente aceitos. Os últimos anos abalaram essa fantasia, já que aqueles que pagaram o preço pelos ganhos do globalismo se voltaram para políticos populistas e nacionalistas para expressar fúria contra as elites políticas, midiáticas e corporativas que culpam por suas perdas.

Os Estados Unidos elegeram um presidente protecionista antiimigração, que prometeu "colocar os EUA em primeiro lugar" e fez vista grossa a alianças e tratados. Em toda a Europa, os partidos políticos anti-establishment ganharam ganhos não vistos em décadas. O Reino Unido votou para deixar a União Europeia.  (...)

SAIBA MAIS:





07/04/2018

#AlémFlaFlu   #EvitemosIdioticePolítica   #DisrupçãoEnergia    #Geopolítica    #GrandeJogo   #Perspectivas:   #AméricaLatina   #Brasil   #China   #EUA    #Rússia



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O Império mostra sua face


Enfraquecido eleitoralmente, Trump recompõe equipe e instala partidários da guerra nuclear, dos golpes de Estado e da tortura em postos-chave. Quem são eles. Como querem provocar Irã e Coreia do Norte

Por Shahed Ghoreishi, no Counterpunch | Tradução: Inês Castilho

Na última quinta, o presidente Trump deu um passo a mais no sentido de completar sua equipe preferida. O general H. R. McMaster, que Trump disse ser enfadonho, foi substituído como conselheiro de Segurança Nacional pelo ultrafalcão John Bolton. Ele é o mesmo John Bolton que escreveu a apresentação do livro cheio de ódio de Pamela Geller sobre o presidente Obama, conclamou Israel a atacar o Irã com armas nucleares, incitou os Estados Unidos a bombardear o Irã e a Coreia do Norte, abusou de uma funcionária da Agência norte-americana para o Desenvolvimento (Usaid), defendeu pela Associação Nacional de Armas que os cidadãos russos tivessem mais direitos para armar-se, e ainda defende a guerra do Iraque. Eu poderia dizer muito mais.

Outras pessoas nomeadas por Trump têm atributos semelhantes. Mike Pompeo, indicado para assumir o Departamento de Estado, comparou o Irã ao Estado Islâmico e chamou  o país de “estado policial agressivo” que “tem intenção de destruir a América”. Gina Haspel, indicada para assumir a CIA, tem um histórico de tortura a detentos na administração Bush. Ela inclusive destruiu, anos depois, os documentos comprovando as torturas. Enquanto isso, John Kelly continua numa posição precária como chefe de gabinete.

Essa equipe constitui uma gangue do mal. As iniciativas antidiplomacia, pró-tortura, pró-guerra que ela apoiou custaram vidas e criaram instabilidade no Oriente Médio em detrimento da segurança nacional e reputação internacional dos EUA. Some-se a isso o fato de que Bolton  e Pompeo têm ligação com grupos de ódio que promovem divisão interna (não tenha dúvidas de que Trump os aprecia). Algumas de suas nomeações iniciais pertencem à mesma gangue, incluindo a embaixadora nas Nações Unidas, Nikki Haley, e Michael D’Andrea, chefe das operações do Irã na CIA.

Três datas próximas provavelmente encorajaram Trump a fazer essas rápidas mudanças.  (...)



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"Esse crime, o crime sagrado de ser divergente nós o cometeremos sempre" - Pagu


A profundidade de sempre – agora para mergulhar no debate sobre crise brasileira
Certas características marcam Outras Palavras desde 2010: apreço pela profundidade, rejeição ao panfleto, esforço para debater a globalização, as alternativas, os temas ligados à emergência de uma nova cultura política. Estas marcas animarão, nos próximos meses, nossos novos projetos.

Queremos acompanhar a conjuntura brasileira, num período tenso e decisivo. Além de publicar ensaios sobre temas estratégicos, produziremos textos e vídeos mais breves, para interpretar de pronto os fatos que mudam o país e o mundo a cada dia.

Precisamos de seu apoio para manter o que Outras Palavras já é, e ir além:

Este site é sustentado por seus leitores. Clique aqui para contribuir:


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Morte do dólar americano? China lança petro-yuan para desafiar o domínio do dólar


TRADUÇÃO DE:
Death of US dollar? China launches petro-yuan to challenge greenback’s dominance

Os futuros de petróleo bruto altamente esperados, com garantia do yuan, foram lançados em Xangai. A China é o maior consumidor de petróleo do mundo, com os olhos nos benchmarks rivais Brent e WTI, além da moeda norte-americana.

(...)  Especialistas consideram os contratos chineses dominados pelo yuan tão históricos pois os novos futuros simbolizam a primeira vez que os investidores estrangeiros podem acessar um mercado chinês de commodities. O lançamento encerra anos de retrocessos e atrasos desde a primeira tentativa do país de listar os títulos em 1993.

Ao mesmo tempo, o lançamento do petróleo em yuan é visto como um golpe para o dólar americano que vem se enfraquecendo nos últimos meses. O dólar dos EUA é a moeda de liquidação predominante para contratos futuros de petróleo. Na segunda-feira, o dólar caiu para ppnto mais baixo, de 16 meses,  contra o iene, mas permaneceu estável contra uma cesta de seis principais moedas

As autoridades chinesas teriam acelerado o lançamento em meio a crescentes importações de petróleo bruto. No ano passado, o país ultrapassou os EUA como o maior importador de petróleo do mundo. Assim, os contratos podem não apenas ajudar a obter algum controle sobre os preços das principais referências internacionais, mas também promover o uso da moeda chinesa no comércio global. (...)

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Por que o petróleo ficou barato – e como isso afeta o mundo
Pela primeira vez, o petróleo assusta o globo por estar barato demais. Vários fatores contribuem com essa baixa – e ela terá efeitos bons e ruins
GRAZIELE OLIVEIRA E RODRIGO TURRER

ÉPOCA - 26 de jan de 2016 - (...)  A última vez que o preço do petróleo teve uma queda significativa, no fim dos anos 1980, empurrou a União Soviética para o buraco e ajudou a desmoronar o império soviético. Agora, a queda deve causar solavancos políticos importantes – inclusive em países que são membros da poderosa OPEP, como Angola, Nigéria e Venezuela. A essa lista, podem ser acrescentados países que não fazem parte da organização, como Brasil e Rússia.

A crise econômica na Venezuela, que aos poucos tem levado o chavismo à derrocada, é efeito direto da queda do preço do petróleo. A receita da Venezuela depende em 96% da venda de petróleo bruto. Com ela, o país financia as importações de quase todas as outras mercadorias. Como as exportações de petróleo caíram, os venezuelanos sofrem agora uma severa crise de desabastecimento.

Assim como Hugo Chávez, na Venezuela, se beneficiou politicamente da alta dos preços do petróleo, a disparada da popularidade de Vladimir Putin, na Rússia, coincidiu também com o período em que o valor do barril do óleo chegou às alturas. Os resultados das vendas de petróleo e gás representam metade da receita do governo russo. Por causa da derrocada dos preços, a projeção para a economia russa neste ano é de uma contração de 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB). *Em um cenário de crise, só restará a Putin, para mostrar força interna, flexionar os músculos militares.*

A queda dos preços deve ter também um efeito devastador na indústria de petróleo. Só em 2015, a indústria paralisou mais de 1.000 plataformas de perfuração e registrou um corte de gastos de US$ 100 bilhões. Uma análise da CreditSights, agência independente de pesquisas dos Estados Unidos, projeta que 20 empresas americanas do setor de petróleo deverão falir nos próximos meses. “Há uma total carnificina na indústria de petróleo no momento. Dezenas de pequenas companhias petrolíferas e empresas de perfuração nos Estados Unidos entraram com pedido de falência, e provavelmente haverá muitos mais para vir”, afirma Priest, da Universidade de Iowa. (...)

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Sinal dos tempos: Classes Médias Ocidentais IRRITADAS com a Globalização. China a defendendo!!! 
*** Ian Bremmer: "Globalização boa para os 10% mais ricos e para os 1 bilhão que saíram da pobreza"

"Automação poderá provocar eliminação de empregos nunca vista: insatisfação crescerá..."
--- #TopRisks2017 #Precariado,  #Standing_Guy #DesempregoTecnológico #QuartaRevoluçãoIndustrial
Cientista político Ian Bremmer lista os 10 riscos para o mundo em 2017 (03/04 23:30)

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Baixe relatório completo no site



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China Retalha Trump(Eleitores)!!


As tarifas comerciais impostas pela China aos EUA ameaçam enfraquecer a cintura agrícola do país, principal base de eleitores do presidente norte-americano.…


"Enquanto Washington visou produtos que beneficiam a política industrial da China, incluindo a iniciativa “Made in China 2025” de substituir importações de tecnologia avançada por produtos domésticos em indústrias estratégicas como TI avançado e robótica, a lista de Pequim aparentemente foi feita sob medida para inflingir danos políticos."

(...) 

Se os dois países não conseguirem encontrar uma maneira de resolver a disputa, uma guerra comercial em grande escala poderia desestabilizar as relações comerciais entre os EUA e a China, um componente importante para a economia global.

As novas tarifas comerciais não serão aplicadas imediatamente, então talvez haja espaço para manobras. A publicação da lista de Washington inicia um período de consulta pública que deve durar cerca de dois meses. A data efetiva das mudanças chinesas depende de quando a ação dos EUA entrar em vigor.

A resposta rápida e forte da China para as tarifas dos EUA inicialmente estimulou uma liquidação dos mercados acionários dos EUA, com o Dow Jones caindo 2 por cento na abertura, mas recuperando o terreno positivo ao longo da sessão.

As ações da gigante de aeronaves Boeing Co, a única grande exportadora norte-americana para a China, tropeçaram 2,7 por cento enquanto a fabricante de maquinário agrícola Deere & Co escorregou 4,5 por cento e as da Carterpillar caiu 1,8 por cento.

Enquanto Washington visou produtos que beneficiam a política industrial da China, incluindo a iniciativa “Made in China 2025” de substituir importações de tecnologia avançada por produtos domésticos em indústrias estratégicas como TI avançado e robótica, a lista de Pequim aparentemente foi feita sob medida para inflingir danos políticos.

A lista de Washington foi preenchida com muitos itens industriais obscuros, mas a lista da China afeta produtos importantes de exportação dos EUA, como soja, carne congelada, algodão e outras commodities agrícolas importantes produzidas em Estados do Iowa ao Texas, que votaram em Donald Trump na eleição presidencial de 2016.

A lista se estende a tabaco e uísque, ambos produzidos em Estados que incluem Kentucky, casa do Líder da Maioria no Senado dos EUA, Mitch McConnell, republicano como Trump.

Uma das primeiras oportunidades para EUA e China discutirem a questão se dará durante uma reunião do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, de 20 a 22 de abril, em Washington, onde autoridades financeiras tradicionalmente se encontram nos bastidores para discutir questões bilaterais. (...)

EUA sugerem conversas depois que China retalia em luta comercial





COMPARAR COM:

EspaçoVital 1910deNovo? 1a.2a.Guerra...


Fim da Globalização

Ontem Trump anunciou o fim da Globalização. Sua frase é clara no Twiter

"Quando um país (EUA) está perdendo vários bilhões de dólares em comércio com praticamente todos os países com que faz negócios, guerras comerciais são boas, e fáceis de ganhar", escreveu Trump no Twitter; 

Brasil é o país mais afetado pela tarifa do aço e do alumínio que Trump criou,
Ai volto ao economista de esquerda e de direita. O de esquerda não se importa muito com o deficit publico. Mas de deficit publico ninguém morre. Se resolve internamente.

Já o de direita louva a poupança externa. O fim sabemos. O sistema explode o balanço de pagamentos e leva todas as nossas reservas. Lembram do FHC em 1998?

O Ilan intervindo no câmbio já aponta o caminho que trilharemos no endeusamento destes capitais especulativos.

Quando deixaremos realmente o câmbio flutuar e evitar que o mercado nos arrombe? 
Quando teremos um câmbio competitivo para exportar bens industriais? 

Teremos que enfrentar uma nova crise cambial aguda a longo prazo?

O mundo está mudando rapidamente, quando acordaremos?

É isso, um abraço, 


Vitor Bellizia
Controller | CFO | Diretor Financeiro | Diretor de Planejamento Financeiro


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Em CADA NAÇÃO POR SI MESMA: VENCEDORES E PERDEDORES EM UM MUNDO G-ZERO, Ian Bremmer ILUSTRA UMA MUDANÇA HISTÓRICA NO SISTEMA INTERNACIONAL E NA ECONOMIA MUNDIAL - E UM MOMENTO, SEM PRECEDENTES, DE INCERTEZA GLOBAL.

Pela primeira vez, em sete décadas, não existe um único poder ou aliança de poderes prontos para assumir os desafios da liderança global. Há uma geração, os Estados Unidos, a Europa e o Japão eram as potências do mundo, as democracias de livre mercado que impulsionaram a economia global. Hoje, eles lutam apenas para encontrar sua posição.

O aclamado analista geopolítico Ian Bremmer argumenta que a estrutura do poder mundial enfrenta um vácuo de liderança. Com a urgência unificadora da crise financeira atrás de nós, os diversos valores políticos e econômicos do G20 produziram bloqueio global.

SAIBA MAIS:





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América Latina: as faces do novo autoritarismo


Militares voltaram às ruas no Brasil, México e Argentina. Agora, não combatem o “comunismo”, mas o “crime” e o “terror”. E não têm projeto algum: obedecem a uma elite corrupta e aos planos dos EUA


Por Isabella Gonçalves

As democracias latino-americanas vêm passado por um processo de profunda (des)configuração após mais de uma década de experimentalismo democrático, que teve seu ápice na Venezuela e na Bolívia, onde as experiências de poder popular e reinvenção do Estado construíram transformações experimentais na organização do poder político e transformações substantivas na condição de vida das pessoas.

Golpes parlamentares, reviravoltas eleitorais à direita, legislações de exceção, intervenções militares e agora uma ameaça concreta de invasão militar na Venezuela lançam sobre o continente a sombra do militarismo e do autoritarismo.

No Brasil, o governo ilegítimo de Temer decidiu romper o pacto federativo e mudar o comando da segurança pública de todo o Estado do Rio de Janeiro, colocando-o nas mãos das Forças Armadas. Desta forma, imprime no país uma condição de estado de exceção, ajuda a conter os levantes de um Estado à beira do colapso e legitima a matança irresponsável e impune dos condenados de sempre: pretos, pobres e favelados.[1]  (...)



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Por que as elites apelam ao golpe


Num país dividido em Casa Grande e Senzala, poucos governos ousaram elevar salários e cobrar impostos dos ricos. Nenhum deles permaneceu de pé


Por Róber Iturriet Avila e Pedro Vellinho Corso Duval

As destituições presidenciais ocorridas em 1964 e 2016 possuem distinções em termos de método, instrumento e velocidade. Um olhar mais cuidadoso, entretanto, é capaz de identificar nestes epifenômenos causalidades nos interesses políticos dos respectivos grupos sociais representados e contrários aos então presidentes. Este breve texto, de forma simplificadora, busca quantificar e qualificar algumas dessas causas através da variação real do salário mínimo, da incidência tributária e das políticas sociais distributivistas interrompidas ou restringidas.(...)







31/01/2018

Trump-"De Volta ao Passado".... - WEF e Estado da União:

"Reabilitando Detroit e Indústria do Carvão"!? Economicamente inviáveis:
#QuartaRevoluçãoIndustrial #CarrosElétricosAutoGuiados #Baterias #Solar #TransporteComoServiço #WebEnergia #TonySeba #JeremyRifkin #TerceiraRevoluçãoIndustrial


#EstadoUnião:
(...) “Nossa nação perdeu riqueza, mas isso vai acabar”, disse.

“Acabamos com a guerra à energia americana e ao bonito e limpo carvão [Carvão: "bonito e limpo" Hummm...!]. Somos um exportador muito orgulhoso de energia ao mundo”. [Carvão é inviável HOJE versus Energia Solar - Ver Ramez Naam / Tony Seba]

--- 09/06/2017 - Tony Seba: Clean Disruption - Energy & Transportation


413.680 visualizações (No endereço abaixo é possível assistir com a legenda em Português, criada por Claudio Estevam Próspero e em avaliação pela comunidade para disponibilização. Agradeço colaborações)


--- 20/10/2017 · Exponential Energy | Ramez Naam | SingularityU South Africa Singularity University Summits

Segundo o presidente, muitas montadoras de automóveis estão transferindo suas plantas de outros países para dentro dos EUA e se expandindo. “São notícias que os americanos não estão acostumados o ouvir, porque antes as companhias saíam do país, e agora estão voltando”. [Detroit x Google+Tesla+... Acho que não....]

SAIBA MAIS:  




A 2ª GUERRA MUNDIAL Cesar Augusto Nicodemus de Souza

Introdução
Qualquer estudioso da 2ª Guerra Mundial (2ª GM) pode concordar com aqueles que a identificam como a “Guerra dos 31 Anos”. Afinal, o Tratado de Versailles, que deveria ser o epílogo da última das guerras, foi, na verdade, o gérmen latente que despertou em uma conflagração de proporções ainda mais vastas. Passado o impacto causado pela sua assinatura, decorrente do cansaço que se apoderara dos alemães pela guerra, a miséria que suas cláusulas leoninas levaram à população foi de tal ordem, que a reação militarista encontrou terreno fértil e, passados alguns anos, desaguaria no estado onírico a que foram levados por Hitler e sua ideologia. 

Aos olhos do povo Hitler parecia um salvador. Ele próprio considerava os germânicos uma raça superior, destinada a dominar o mundo. Sua doutrina é o "culto da força". Sua intuição, que reputava infalível, o levava a improvisar sem respeito aos limites do possível. Como, inicialmente, todas as suas previsões se concretizavam, mesmo aqueles que não concordavam com suas atitudes ( e muitos generais estavam neste caso), tinham de se curvar diante dos fatos.

Só seus desejos tinham importância, sendo eliminados os opositores. Sua vontade brutal ignorava limites e cautelas. Impulsionador vigoroso, ressuscitou a "Wehrmacht" (Forças Armadas) e dotou-a de armamentos notáveis. No estudo dos erros passados, tinha, agora, as soluções para o futuro da Grande Alemanha.

Em termos de psicologia de massas, conhecedores do espírito germânico de sempre contra-atacar, poderíamos dizer que o desafio lançado às potências vitoriosas na 1º GM pode ser visto como inspirador da 2ª GM. Esta nada mais seria do que “A” Grande Contra-Ofensiva, que restabeleceria “a frente nacional”, invadida com o Armistício de 1918 e “conquistaria o Objetivo Europeu não atingido em 1914-18” 

Em termos estratégicos, as finalidades da guerra desencadeada pela ALEMANHA eram:

- conquistar maior espaço territorial (objetivo social);

- conquistar mercados para seus produtos (objetivo econômico);

- conquistar o domínio da Europa e do Mundo (objetivo político); a aliança consubstanciada no “Eixo” Berlin-Roma-Tóquio seria apenas o passo inicial.


A 2ª GUERRA MUNDIAL Cesar Augusto Nicodemus de Souza ... - Clube Militar PDF  
clubemilitar.com.br › HISTORIA-II-GM-2


segunda-feira, 16 de abril de 2018

#Síria? 3a.Guerra Mundial?# Vídeo de 10 minutos muito esclarecedor sobre as Causas Reais do que ocorreu - e vem acontecendo - na "Milenar Ponte Ocidente-Oriente": o Oriente Médio...



Vídeo de 10 minutos muito esclarecedor sobre as Causas Reais do que ocorreu - e vem acontecendo - na "Milenar Ponte Ocidente-Oriente": o Oriente Médio ....

#WHYSYRIA  

A Crise da Síria bem contada em 10 minutos e 15 mapas HD Legendado em português


A crise da Síria contada em 10 minutos e 15 mapas - em português dublado

"Se desejar Entender o Presente,
..Pesquise o Passado."

Deixaremos de Agir como Gorilas Tecnológicos  [1]?

Ou MORREREMOS - como Espécie - porque Somos Fiéis ao Como Temos Sido 

("Somos Assim" => Agimos Assim - Sempre? 
Sem refletir - Nunca? - nas Consequências de Nossas Ações?)

[1] os da série Planeta dos Macacos (seu Passado, explicado nos filmes recentes, esclarece suas Ações, também!)

"Loucura é repetir sempre as mesmas ações e esperar resultados diferentes."  
- Albert Einstein


Para os que preferirem Entender o Presente Pesquisando o Passado Bíblico:


Isaías 17 O Livro (OL)
Profecia contra Damasco

https://www.biblegateway.com/passage/?search=Isa%C3%ADas%2017&version=OL&interface=amp

terça-feira, 3 de maio de 2011

Bin Laden.Contribuições Establishment USA = Vivo (Reagan-Bush pai => Vietnã Soviético / Bush Filho => Reeleição), Morto (Obama => Reeleição), Fundamentalismo Cristão

 Bin Laden: Contribuições ao Establishment 


dos USA (principalmente o Complexo


 Indústrial Militar, Facção Policial do Estado


 (CIA, NSA (Agência Nacional de Segurança),


 etc.), Mercenários, Petróleo)  :


  •  Vivo (Reagan-Bush pai => Vietnã Soviético  

  •  Bush Filho => Reeleição)  

  •   Morto (Obama => Reeleição) 

  • Fundamentalismo Cristão (Protestante) => diminui espaço de mídia da beatificação de João Paulo II  (Catolicismo)

   


Establishment

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Establishment, em sentido mais abstrato, refere-se à ordem ideológicaeconomia política que constitui uma sociedade ou um Estado.
Em sentido depreciativo, designa uma elite social, econômica e política que exerce forte controle sobre o conjunto da sociedade, funcionando como base dos poderes estabelecidos. O termo se estende às instituições controladas pelas classes dominantes, que decidem ou cujos interesses influem fortemente sobre decisões políticas, econômicas, culturais, etc., e que portanto controlam, no seu próprio interesse e segundo suas próprias concepções, as principais organizações públicas e privadas de um país, em detrimento da maioria dos eleitores, consumidores, pequenos acionistas, etc.
Em sentido mais restrito, pode referir-se a um grupo de indivíduos com poder e influência sobre determinada organização ou campo de atividade.
Na origem, o termo dizia respeito a uma aliança entre a burguesia urbana e grupos da aristocracia rural britânica, que tradicionalmente concentrava os meios de ação no país, sendo pouco aberta a inovações em todos os campos e hostil ao compartilhamento do poder com outros grupos.

[editar]Ver também


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George H. W. Bush

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


George Herbert Walker Bush (Milton12 de junho de 1924) é um político dos Estados 
Unidos da América, o  41º presidente do país(1989-1993). Anteriormente, ele já tinha 
servido como embaixador na ONU (1971-1973), diretor da CIA (1976-1977), e o 40º 
 (1981-1989).
Seu filho, George W. Bush, viria a ser o 43º presidente dos Estados Unidos, até 
ser sucedido pelo democrata Barack Obama. O Bush mais velho é agora chamado 
por vários apelidos e títulos, como "ex-presidente Bush", "Bush o Velho", "Bush Senior", 
"Bush Pai", "Papa Bush", "Bush 41", "o primeiro Presidente Bush", "Daddy [Papai]" 
ou simplesmente "41" para evitar possíveis confusões entre a sua presidência e a 
do seu filho. 
Durante seu mandato ele era conhecido simplesmente por Presidente George Bush, 
sem nenhuma inicial, já que seu filho não tinha entrado para a política ainda e não era 
bem conhecido pelo público. Tecnicamente falando, por protocolo oficial, seu filho é 
"O Ex-Presidente" e ele é "Ex-Presidente Bush".
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Citação:

A Guerra do Afeganistão ou invasão soviética do Afeganistão foi um conflito armado de nove anos entre tropas soviéticas, que apoiavam o governo marxista do Afeganistão, e insurgentes mujahidin afegãos, que procuravam derrubar o regime comunista no país. No contexto da Guerra Fria, a União Soviética apoiou o governo, enquanto que os rebeldes receberam apoio dos Estados Unidos, do Paquistão e de outros países muçulmanos. O conflito coincidiu no tempo com a Revolução Iraniana (1979) e a Guerra Irã-Iraque.

As primeiras tropas soviéticas a entrar no Afeganistão chegaram em 25 de dezembro de 1979. A retirada final começou em 15 de maio de 1988 e foi concluída em 15 de fevereiro de 1989. Devido ao alto custo e ao resultado malogrado para aquela superpotência da Guerra Fria, a intervenção soviética no Afeganistão costuma ser comparada ao que foi, para os EUA, a Guerra do Vietnã. Alguns estudiosos pensam que o custo econômico e militar da guerra contribuiu consideravelmente para o colapso da União Soviética em 1991[1].

Este conflito é um capítulo da longa guerra civil afegã, que começou em 1978 e perdura até hoje. 

Fonte do trecho: Wikipédia

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Publicado em 26/09/2001

RAMBO III: QUANDO OS ESTADOS UNIDOS 

ADORAVAM O AFEGANISTÃO

Houve um tempo em que os Estados Unidos adoravam o Afeganistão. 

Basta assistir 

Rambo III, o terceiro filme da série do troglodita-norte-

americano-armado-até-os-dentes-que-

 resolve-sozinho-todos-os-

problemas-do-mundo para relembrar essa era. Lançado em 

1988, o filme mostra Sylvester Stallone lutando ao lado dos mujadins 

afegãos contra 

o exército soviético. 


Os mujadins não são os talebans, grupo que tomou controle do país 

anos depois e que 

hoje permite que seu território seja usado para 

bases de grupos terroristas como o 

comandado por Osama bin 

Laden. Mas mesmo assim o filme é uma incômoda lembrança 

de um dos inúmeros tropeços da política externa americana. 

Qualquer um pode argumentar que, na década de 80, era difícil 

prever que os guerrilheiros 

afegãos iriam dividir o país e abrir 

espaço para um grupo tão radical como o Taleban. 

Talvez. 

Mas os críticos dizem que, se os Estados Unidos não se 

envolvessem tanto em 

assuntos que não lhes dizem respeito, 

errariam muito menos. É a velha paranóia de ser 

a polícia do mundo, tão bem representada por Rambo.

Na simplicidade burra de muitos filmes, onde tem que existir 

mocinhos e bandidos para 

que o público possa torcer por 

alguém, os estereótipos são usados o tempo todo. 

Por isso é tão curioso rever o filme hoje, apóso dia 11 

de setembro. Como escreveu 

um internauta americano 

no site Internet Movie Database: “Nós não sabíamos na 

época 

do lançamento do filme que a América estava ajudando 

os rebeldes afegãos (incluindo 

Osama bin Laden) que 

eventualmente se tornariam mais perigosos e bárbaros do 

que a União Soviética jamais foi. Vendo o filme agora, parece 

que Rambo, sem saber, 

está ajudando os bandidos”.


Curiosamente, os fatos deram um pouco de interesse a um

 filme que, do ponto de vista 

artístico, não tem muito a oferecer. 

Mas vale a pena revê-lo antes que suma das 

prateleiras 

das locadoras de VHS e DVD. A TV americana, com certeza, 

não vai 

programá-lo por muitos anos, talvez nunca. Definitivamente, 

um cult movie pelos motivos 

errados.


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Osama bin Laden

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Osama bin Laden[1] (em árabe أسامة بن محمد بن عود بن لادن, transl. Usāmah 
Bin Muhammad bin 'Awæd bin LādinRiade10 de marçode 1957 — Abbottabad
1 de maio de 2011)[1][2] foi um dos membros sauditas da próspera família Bin Laden
além de líder e fundador da al-Qaeda, organização terrorista famosa pelos ataques de 
11 de setembro  nos Estados Unidos e numerosos outros contra alvos civis e militares.
Filho de Muhammed bin Ladenimigrante iemenita pobre que se tornou o homem mais 
rico e poderoso da Arábia Saudita, depois do próprio rei, Osama bin Laden era o filho 
único de sua décima esposa, Hamida al-Attas; seus pais se divorciaram logo depois 
que ele nasceu (a mãe de Osama se casou com Muhammad al-Attas e o novo casal
 teve quatro filhos). Osama bin Laden também era referido pelos seguintes 
nomes: Usama Bin Muhammad Bin LadinShaykh Usama Bin LadinThe Prince 
("O Príncipe"), The Emir("O Emir"), Abu AbdallahMujahid ShaykhHajj
The Director ("O Diretor").[3] Desde 2001, bin Laden e sua organização tinham sido 
os maiores alvos da Guerra ao Terrorismo dos oficiais norte-americanos e esteve 
entre os Dez foragidos mais procurados pelo FBI, encabeçando a lista. Acreditou-se 
que Bin Laden e seus companheiros da al-Qaeda estavam escondidos próximos à 
costa do Afeganistão e das áreas tribais do Paquistão. Em 1 de maio de 2011
dez anos desde os atentados do 11 de setembro, o Presidente Barack Obama 
anunciou pela televisão que Osama bin Laden havia sido morto durante uma operação
 militar norte-americana em Abbottabad.[4] Seu corpo  teria ficado sob a custódia dos
 Estados Unidos e sido sepultado no mar após passar por rituais tradicionalmente
 islâmicos.[5]
(....)


Biografia

[editar]Juventude

Em 1973, ainda jovem e inexperiente, entrou em contato com grupos islamitas. 
Após a invasão soviética doAfeganistão em 1979, viajou para este país para participar 
do esforço jihadista no Afeganistão, financiando e organizando grupos de árabes e 
acampamentos de milícias armadas no combate aos invasores soviéticos. 
Existem controvérsias quanto à ligação dos estadunidenses com Bin Laden nesse 
confronto. Contudo, em entrevista em 2001, exibida no documentário Fahrenheit 9/11
de Michael Moore, o príncipe Bandar Bin Sultan, embaixador saudita nos EUA na 
época, afirmou ter conhecido Osama Bin Laden na década de 80, durante o 
citado conflito, quando o líder guerrilheiro veio lhe agradecer por toda a ajuda que a 
Arábia e os EUA estavam dando contra os soviéticos. Posteriormente estabeleceu-se 
como importante investidor no Sudão, onde iniciou, em paralelo às suas atividades 
empresariais, a organização que mais tarde viria a se denominar Al Qaeda 
("A Base"), originalmente destinada a combater a família real saudita. Bin Laden 
detestava os modos ocidentalizados, perdulários, corruptos e "pouco islâmicos" da 
família real. Tinha como objetivo alijá-la do poder e implantar no país a semente do 
que sempre sonhou - o novo califado islâmico. A família real, por ironia do destino, 
possuía grande consideração para com a família de Bin Laden.

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Repercussão

No Sudão, em contato com outros grupos islâmicos, nomeadamente os de origem 
egípcia, foi gradualmente influenciado a ampliar o leque dos seus inimigos, passando a 
considerar também o combate ao xiitas, judeus e ocidentais de uma forma em geral. 
Nesta mesma época passou igualmente a considerar o terrorismo como alternativa de 
ação válida, financiando, de forma inicialmente discreta, algumas ações na Argélia e 
no Egito. Em 1995, após um atentado mal sucedido contra a vida do então presidente 
do EgitoHosni Mubarak, o governo do Sudão, sob pressão dos países árabes, 
expulsou-o do país, não sem antes apropriar-se do seu patrimônio, delapidando 
as suas empresas e fazendas. Bin Laden foi então para o Afeganistão, quebrado, 
com as esposas e um grupo reduzido de seguidores fiéis. Nesta ocasião foi 
renegado pela família e perdeu a cidadania saudita.
No Afeganistão, sem as condições financeiras de outrora, passou a dedicar-se 
integralmente à causa islâmica, reconstruindo gradualmente a organização, unindo 
esforços com outros grupos islâmicos refugiados no país (destaque para o grupo 
egípcio "Al Jihad", liderado por Ayman al-Zawahri, que viria a se tornar o braço-direito 
de Bin Laden). 
Na caça cada vez mais delirante aos "infiéis", elegeu então os Estados Unidos 
como o grande inimigo a ser combatido - "a força maior dos cruzados".
 Aproximou-se dos Talibãs, grupo ironicamente financiado pelos Estados Unidos
Tornou-se amigo e confidente do seu chefe, o Mulá Omar.
Bin Laden com o jornalista paquistanêsHamid Mir em 1997.
Do Afeganistão planejou e coordenou ataques de grande repercussão às 
embaixadas americanas no Quênia e na Tanzânia, em 1998, e ao navio de 
guerra USS Cole, em 2000. Em decorrência destes atentados, tornou-se o 
terrorista mais procurado pelos Estados Unidos da América. Em 2001, foi 
acusado pelos governo dos Estados Unidos de cometer os atentados de 








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George W. Bush

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


George Walker Bush (pronúncia inglesa: /ˈdʒɔrdʒ ˈwɔːkər ˈbʊʃ/ Ltspkr.png ouça
sido o 43º presidente dos Estados Unidos, de 2001 a 2009 e o 46º 
governador do Texas, de 1995 a 2000.
George é o filho mais velho de George H. W. Bush (o 41º presidente) e 
Barbara Bush, fazendo-o um dos apenas dois presidentes 
norte-americanos a serem filhos de  um presidente anterior.[2] Após 
graduar-se pela Universidade Yale em 1968, e a Harvard Business 
Schoolem 1975, Bush trabalhou na empresa de petróleo de sua família. 
Casou-se com Laura Welch em 1977 e, sem sucesso, candidatou-se 
para a Câmara dos Representantes logo em seguida. Ele depois 
co-possuiu o time de beisebol Texas Rangers, após derrotar 
Em uma eleição fechada e controversa, Bush foi eleito Presidente 
em 2000 como o candidato republicano, recebendo uma maioridade 
dos votos eleitorais, porém perdeu nos votos populares para o 
então-Vice Presidente Al Gore.
Depois de oito meses de Bush iniciar o seu primeiro mandato 
2001ocorreram. Em resposta, Bush anunciou uma guerra global 
mesmo ano, e uma invasão ao Iraque em 2003. Além das questões 
de segurança nacional, Bush promoveu políticas de reforma na 
economia, saúde, educação, e segurança social. Ele assinou 
leis de corte geral de impostos[3], o No Child Left Behind Act e a 
Medicare para idosos. Sua posse viu um debate nacional sobre a 
imigração e Segurança Nacional.[4]
Bush concorreu, com êxito, à reeleição contra o democrata 
John Kerry em 2004, conquistando 50,7% dos votos populares
 contra 48,3% de seu oponente. Após sua reeleição, Bush recebeu 
críticas cada vez mais fervorosas de conservadores.[5][6][7] Em 2005, 
a Administração de Bush sofreu as críticas generalizadas sobre 
movimentação do furacão Katrina.[8] Em dezembro de 2007, os 
Estados Unidos entraram na maior recessão pós-Segunda Guerra 
Mundial.[9] Isto levou a administração de Bush a ter um controle 
mais direto da economia, adotando vários programas econômicos 
destinados a preservar a estrutura financeira do país. Apesar de 
Bush ter sido um presidente popular em seu primeiro 
mandato,[10] sua popularidade declinou drasticamente no segundo 
Após deixar o cargo, em 2009, na posse de seu sucessor, 
Barack Obama, Bush retornou ao Texas. Ele é atualmente 
um orador público e está escrevendo um livro sobre sua presidência.
(...)

Popularidade

A seguir aos atentados de 11 de Setembro de 2001, o Presidente
 Bush atingiu os mais altos índices de apoio da história, acima dos 
90 por cento, de acordo com a maioria das sondagens. Altos índices 
de apoio são comuns para os Presidentes em tempo de guerra, mas 
Bush conseguiu mantê-los durante um ano após os atentados. Em 
Novembro de 2002, Bush tinha índices de apoio mais altos do que 
qualquer outro Presidente durante eleições intercalares desde 
Nas eleições intercalares de 2002, o Partido Republicano retomou 
o controlo do Senado dos Estados Unidos e aumentou sua maioria 
na Câmara de Representantes, contrariando a tendência histórica. 
Historicamente, o partido na Casa Branca perde lugares nas 
eleições intercalares. Constituiu apenas a terceira vez desde a 
Guerra Civil Americana que um partido à frente da Casa Branca 
tenha ganho lugares em ambas as câmaras do Congresso em 
eleições intercalares (as outras vezes foram em 1902 e em 1934). 
Houve quem sugerisse que a vitória histórica fosse devida à 
popularidade de Bush e à sua vigorosa campanha a favor dos 
Republicanos em muitos círculos duvidosos. Houve, contudo, 
quem argumentasse que os Democratas perderam as eleições 
por causa da sua timidez em criticar Bush, um Presidente 
popular em "tempo de guerra".
Em 2003, os índices de apoio a Bush começaram uma lenta 
descida dos valores de 2001. Nos finais de 2003 os índices 
de apoio encontravam-se ao nível dos 50%, os mais baixos 
da sua presidência. Estes números, no entanto, eram ainda 
historicamente sólidos para o terceiro ano duma presidência, 
quando os opositores ao Presidente normalmente começam 
a sua campanha a sério. A maioria das sondagens relaciona 
a descida com a preocupação crescente sobre a ocupação 
do Iraque liderada pelos Estados Unidos e com a fraca 
recuperação da economia desde a recessão de 2001
Posteriormente, durante as eleições primárias dos Democratas, 
a maioria das principais sondagens dava Bush como perdendo 
para diversos candidatos Democratas por uma estreita margem.
Uma pesquisa conjunta entre o USA Today e o Instituto Gallup
feita em Julho de 2007, revelou que somente 29% dos americanos 
apoiavam o governo, transformando Bush num dos presidentes 
mais impopulares das últimas décadas.
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RESISTÊNCIA IRAQUIANA CAUSA BAIXAS EM WALL STREETPor Liga Bolchevique Internacionalista 18/03/2008 às 23:33
Às vésperas do quinto aniversário da invasão do Iraque pelos EUA, 
Hillary Clinton reconheceu com todas as letras sobre a guerra no 
Iraque: "Não podemos vencer" (Reuters, 17/03). Mas isto não é 
tudo. O império entrou em colapso financeiro
HÁ CINCO ANOS DA INVASÃO DO IRAQUE

A RESISTÊNCIA IRAQUIANA CAUSA BAIXAS EM WALL STREET E 
APROFUNDA A CRISE DO IMPERIALISMO IANQUE 
Trecho

Após injetar um trilhão de dólares no país para dobrar a resistência iraquiana, 
o exército mais poderoso de toda a história da humanidade reconhece sua 
impossibilidade de vencer a guerra. Não pode vencer, os EUA terão que 
bater em retirada. Ao contrário de sair fortalecido financeiramente com 
a rapina como esperava, acabou quebrado e contagiando o resto do 
planeta. Só há uma conclusão: o imperialismo ianque está sendo derrotado 
na guerra do Iraque. Ao assassino imperialismo ianque se aplica aquela 
perversa máxima do futebol, quem não faz, leva. A princípio, Bush havia 
prometido gastar no máximo 50 bilhões de dólares. Garantiu para os investidores 
da morte que apostaria na gestão dos neocons que o retorno daquela aventura 
era seguro e multiplicaria suas fortunas. Cinco anos depois os EUA têm de 
desembolsar U$50 bilhões a cada três meses para multiplicar os números do 
inferno iraquiano: 650 mil mortos, um milhão de feridos, dois milhões de 
refugiados dentro do Iraque, mais dois milhões fugiram da guerra no país. 
Para impor um freio a esta matança juntamente com os guerrilheiros 
antiimperialistas, a classe operária iraquiana tem reagido bravamente. 
A greve dos petroleiros de Basora de junho passado repetiu o feito de 
2003 e enfrentou diretamente o aparato repressivo do Exército do governo 
fantoche de Nuri al-Maliki e os mercenários paramilitares que atuam junto 
com o exército ianque no Iraque, fazendo recuar os planos de privatização 
de 75% do petróleo do país, contido na "lei do petróleo". Reveses como 
este têm obrigado empresas como a Halliburton, que tem como um de seus 
sócios proprietários o vice-presidente Dick Chaney, a maquiar para cima 
seus balancetes em Wall Street. Fraudes contábeis que sobrevalorizam os 
papéis podres das ações das grandes companhias e quando descobertas 

geram crises como a detonada pelo Bear Stearns. 


Os cerca de 30 mil mercenários contratados por 40 empresas de segurança 
privadas (MPRI, SAIC, Armor Group, Blackwater, Erinys, Vinnell, Global Risk 
Strategies, TASK, Ariscan y DynCorp, Kroll Security) são um negócio a parte 
e se destinam a realizar o "trabalho mais sujo" na guerra suja de Bush. São 
eles os principais responsáveis por fabricar os atentados que a grande mídia 
chama de "guerra sectária" (como os EUA fizeram nos Bálcãs para restaurar 
o capitalismo e implantar-se econômica e politicamente na região) e defender 
diretamente os interesses das multinacionais ianques interessadas na 
exploração do petróleo iraquiano. Mas, apesar dos massacres, da tortura e 
de todo este aparato repressivo, "o retorno" financeiro não tem correspondido 
às expectativas de lucro e a guerra tem provocado fundamentalmente o 
crescimento do déficit público ianque. Por sua vez, as tropas invasoras já 
chegaram ao seu limite e o número de suicídios entre os soldados dos EUA 
em serviço no ano de 2007 foi o maior desde que os registros sobre os incidentes 
começaram, em 1980.
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A his­tó­ria do exér­ci­to pri­va­do dos Es­ta­dos Uni­dos
http://www.jornalopcao2.com.br/index.asp?secao=Contraponto&subsecao=Colunas&idjornal=371

O prê­mio No­bel de Eco­no­mia de 1976, Mil­ton Fri­ed­man (1912-2006), cho­cou os EUA, du­ran­te a guer­ra do Vi­et­nã, ao pro­por a eli­mi­na­ção do re­cru­ta­men­to mi­li­tar, e sub­sti­tuí-lo por um sis­te­ma de ser­vi­ço vo­lun­tá­rio, bem re­mu­ne­ra­do, uma qua­se ter­cei­ri­za­ção do es­for­ço de guer­ra. Ale­ga­va ser mais efi­ci­en­te e eco­nô­mi­co. Se por um la­do tal ser­vi­ço eli­mi­na­va a gran­de re­a­ção in­ter­na à guer­ra que os EUA es­ta­vam tra­van­do — e per­den­do — no Su­des­te da Ásia, pois “só iria pa­ra a guer­ra quem qui­ses­se”, a so­lu­ção tra­zia den­tro de si vá­ri­as po­lê­mi­cas. Se­ria pos­sí­vel man­ter a or­dem num exér­ci­to não tra­di­cio­nal, mo­vi­do pe­lo di­nhei­ro, e não pe­las idei­as con­so­li­da­das de amor à pá­tria, co­e­são e dis­ci­pli­na? Co­mo tra­tar as trans­gres­sões, se não exis­ti­ria mais um có­di­go mi­li­tar, que mes­mo com sua du­re­za não con­se­guia con­ter os ex­ces­sos que fa­tal­men­te ocor­rem em tem­po de guer­ra? Co­mo man­ter sem­pre o exér­ci­to, pra­ti­ca­men­te um exér­ci­to mer­ce­ná­rio, den­tro dos ob­je­ti­vos ori­gi­na­ria­men­te tra­ça­dos pe­lo go­ver­no? A so­lu­ção era, di­an­te de tan­tas in­da­ga­ções, fac­tí­vel?

A res­pos­ta a boa par­te des­sas per­gun­tas es­tá no li­vro do jor­na­lis­ta ame­ri­ca­no (vi­ve em No­va York) Je­remy Sca­hill — que foi cor­res­pon­den­te de guer­ra. “Blackwa­ter — A As­cen­são do Exér­ci­to Mer­ce­ná­rio Mais Po­de­ro­so do Mun­do” (Com­pa­nhia das Le­tras, 2008) é uma de­ta­lha­da pes­qui­sa so­bre co­mo al­gu­mas em­pre­sas ame­ri­ca­nas de se­gu­ran­ça, prin­ci­pal­men­te a mai­or e mais im­por­tan­te de­las, a Blackwa­ter (que dá no­me ao li­vro), se tor­na­ram ver­da­dei­ros exér­ci­tos pri­va­dos, a par­tir da guer­ra do Ira­que, prin­ci­pal­men­te.

Sca­hill mos­tra co­mo a Blackwa­ter, cri­a­da em 1996 por um bi­lio­ná­rio ame­ri­ca­no (Erik Prin­ce) que ser­viu na ma­ri­nha dos EUA, a prin­cí­pio co­mo uma em­pre­sa au­xi­li­ar de trei­na­men­to, veio a se trans­for­mar num ver­da­dei­ro exér­ci­to pri­va­do. Só do go­ver­no ame­ri­ca­no a Blackwa­ter já fa­tu­rou, em con­tra­tos co­nhe­ci­dos, cer­ca de 500 bi­lhões (is­so mes­mo, bi­lhões) de dó­la­res des­de sua fun­da­ção, a mai­or par­te de­pois da de­cla­ra­ção de “guer­ra ao ter­ror”, fei­ta por Ge­or­ge W. Bush, após o 11 de Se­tem­bro. É ho­je de­ten­to­ra de vas­tas áre­as de trei­na­men­to em vá­rios pon­tos do ter­ri­tó­rio ame­ri­ca­no. Pos­sui avi­ões, he­li­cóp­te­ros e bar­cos de guer­ra, além de um ar­se­nal de ar­mas de com­ba­te mai­or do que os que pos­su­em as for­ças ar­ma­das de vá­rios paí­ses do mun­do, com a van­ta­gem de se­rem os mais mo­der­nos. Tem re­cru­ta­dos ou ca­ta­lo­ga­dos de­ze­nas de mi­lha­res de “sol­da­dos”, das mais va­ri­a­das na­ci­o­na­li­da­des, com ex­pe­ri­ên­cia de com­ba­te em vá­ri­as re­gi­ões con­fli­ta­das do mun­do, is­to é, ve­te­ra­nos ex­pe­ri­en­tes e aguer­ri­dos.

É a Blackwa­ter que dá se­gu­ran­ça ao pes­so­al di­plo­má­ti­co dos EUA on­de quer que ha­ja ris­cos, guer­ras ou in­sur­rei­ções. No Ira­que, en­vol­veu-se em ti­ro­tei­os vá­ri­as ve­zes por se­ma­na, e es­te­ve pre­sen­te, foi al­vo ou pro­vo­cou os in­ci­den­tes mais ru­mo­ro­sos, co­mo o ata­que de­vas­ta­dor que so­fre­ram seus in­te­gran­tes em mar­ço de 2004, em Fal­lu­jah, que fo­ram mas­sa­cra­dos e ti­ve­ram seus des­po­jos pen­du­ra­dos em pos­tes, ou o ti­ro­teio que pro­mo­veu na pra­ça Ni­sour, em Bag­dá, em se­tem­bro de 2007, ma­tan­do mui­tos ci­vis ino­cen­tes. Pro­te­gi­da por po­lí­ti­cos ame­ri­ca­nos im­por­tan­tes, co­mo Wol­fowitz, Rumsfeld, Dick Cha­ney, John Ne­gro­pon­te, Pa­ul Brem­mer e mui­tos ou­tros, tor­nou-se uma quar­ta for­ça mi­li­tar nos EUA. Mas tem tam­bém ini­mi­gos im­pla­cá­veis, prin­ci­pal­men­te no Con­gres­so e na im­pren­sa dos EUA. Va­le a lei­tu­ra, nes­te mo­men­to em que se ava­lia o gi­gan­tis­mo e a he­ge­mo­nia ame­ri­ca­nos. 
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Morte de Osama Bin Laden pode ter garantido reeleição de Obama

Taís Guimarães | Internacional | 02/05/2011 14h37

http://www.sidneyrezende.com/noticia/129944+morte+de+osama+bin+laden+pode+ter+garantido+reeleicao+de+obama

Na madrugada desta segunda-feira, o presidente norte-americano 
Barack Obama anunciou em discurso televisionado a morte de Osama 
Bin Laden, líder do movimento terrorista Al Qaeda no Paquistão. A 
notícia como um alívio para a população do Estados Unidos, que viu 
na ação militar uma forma de vingança pelos ataques de 11 de 
setembro de 2001, na cidade de Nova York.

A ação, no entanto, divide opiniões sobre a administração de 
Obama, que sempre foi a vista por não priorizar a segurança 
nacional e de não ter firmeza no combate ao terrorismo. Em 
análise com o SRZD, o cientista político Adriano de Freixo 
acredita que a morte do número 1 da Al Qaeda tem importância 
bastante significativa.
"Não se pode esquecer que uma das principais críticas da 
oposição conservadora ao Presidente dos EUA se dava no 
campo da política externa, e com esse novo fato, este 
discurso fica esvaziado, pois de forma discreta o governo 
democrata conseguiu aquilo que a administração republicana 
de George W. Bush tentou, com todo estardalhaço, e não 
conseguiu. Isto fortalece a imagem de Obama como líder", 
completa Freixo.

Na visão internacional, o presidente Obama cresce em 
seu discurso, mostrando agora que não é preciso condenar 
o Islã, para que se combata o terrorismo, fortalecendo sua 
imagem no exterior. Freixo ainda indica que como o próximo 
ano é de disputal eleitoral nos EUA, "a morte de Bin Laden 
pode ter garantido a reeleição de Barack Obama".

A notícia afetou não só as relações internacionais, como 
também a economia mundial. Na manhã desta segunda-feira, 
o valor do dólar norte-americano teve recuperação, e as 
principais bolsas da Ásia registraram alta. Analistas acreditam 
que a morte do saudita irá diminuir os riscos aos investimentos, 
gerando uma melhora na confiança do consumidor americano.

Contudo é muito cedo para afirmar que os impactos que este 
acontecimento podem ter na economia mundial. De acordo 
com o cientista político, os mercados estão muito "voláteis". 
Mesmo se recuperando da crise econômica que atinge os 
países centrais, tais problemas decorrem "de problemas 
estruturais e não são questões conjunturais como esta 
que vão solucioná-los".

"Por outro lado, não se pode negar que tal fato deverá 
se refletir na auto-estima e no grau de otimismo da sociedade 
norte-americana, que é - e continuará a ser por um bom 
tempo - o maior mercado do mundo e isto pode trazer 
desdobramentos indiretos positivos para a economia 
daquele país", conclui Freixo.
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Fundamentalismo cristão

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fundamentalismo Cristão é um movimento teológico e social, 
ocorrendo em sua quase totalidade dentro do Protestantismo. O 
Fundamentalismo baseia-se na ênfase da Bíbliacomo sendo 
autoritativa, não só em matérias de fé, mas na regência da 
sociedade e na interpretação da ciência.

Índice

 [esconder]

[editar]História

Depois da publicação da A Origem das Espécies de 
Charles Darwin em 1859, o desenvolvimento da Alta Crítica 
alemã e o surgimento da Teologia Liberal, vários grupos 
cristãos reagiram temendo que a razão afetasse a fé cristã.
No início do século XX foi publicado Os Fundamentos, livro 
que foi patrocinado por empresários e escrito por vários 
escritores  conservadores da época (recentemente uma tradução
 desse livro foi publicada no Brasil pela Editora Hagnos).
Preocupados com o avanço do modernismo, os fundamentalistas 
começaram a organizar-se. Entre 1878–1897 realizaram a 
Conferência Bíblica de Niagara, que estabeleceu os pontos 
básicos do fundamentalismo.
Desde 1925, quando o professor elementar John T. Scopes
 foi condenado por ensinar a Teoria da Evolução nas escolas 
públicas, o fudamentalismo perdeu sua popularidade entre 
os protestantes conservadores.
A partir da década de 1940 ganhou força outro movimento 
conservador protestante, porém mais aberto à sociedade 
em geral e à ciência: o Evangelicalismo.

[editar]Doutrinas

Possui como doutrinas e práticas básicas:
  • Bíblia, infalível, suficiente e inerrante, sendo suas 
  • histórias consideradas factuais e rejeição de qualquer 
  • outra forma de Revelação (inspiração individual, 
  • magistério eclesiático, profecias modernas, teologia
  •  natural). Deve ser interpretada literalmente, salvo 
  • nas partes visivelmentes conotativas.
  • Jesus Cristo - nascimento virginal, sua deidade, 
  • historicidade de seus milagres e ressurreição, retorno 
  • apocalíptico.
  • Criacionismo - rejeitam teorias que vejam como de 
  • alguma forma interferindo com o literalismo do gênesis, 
  • principalmente a evolução biológica, mas também 
  • teorias geológicas, físicas, cosmológicas, químicas, 
  • e arqueológicas.
  • Relação com a Sociedade - rejeitam o Ecumenismo 
  • e o diálogo religioso com não-fundamentalista.
  • Salvação - Através da crença em Jesus Cristo. Aqui, 
  • crença significa adesão às suas doutrinas fundamentais.
  • Inferno - crença literal na sua existência, é tido como 
  • um lugar do tormento eterno dos pecadores não-arrependidos.

[editar]Características Sócio-Culturais

Fundamentalismo é então um movimento pelo qual os 
partidários tentam salvar identidade religiosa da absorção 
pela cultura ocidental moderna, na qual a absorção tem 
proporção de um processo irreversível na comunidade 
religiosa mais ampla, necessitando da afirmação de uma 
identidade separada baseada nos princípios fundamentais 
da religião.
Os fundamentalistas acreditam que a sua causa é de 
grave e cósmica importância. Eles vêem a si mesmos 
como protetores de uma única e distinta doutrina, modo 
de vida e de salvação. A comunidade compreensivelmente 
centrara-se num modo de vida preponderantemente religioso 
em todos os seus aspectos, é o compromisso dos 
movimentos fundamentalistas, e atrai então não apenas 
os que compreendem a distinção mas também outros
 insatisfeitos e os que julgam que a dissidência é distintiva, 
sendo vital à formação de suas identidades religiosas.
O muro de virtudes fundamentalista que protege a identidade 
do grupo é instituído não só em oposição a religiões 
estranhas, mas também contra os modernizadores, os 
quais compactuam continuar numa versão nominal da 
sua própria religião.
Ética e politicamente, os fundamentalistas rejeitam a 
homossexualidade, o aborto, a Teoria da Evolução e a 
possibilidade de salvação fora do Cristianismo.

Referências

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  • Ward, Keith (2004) What the Bible Really Teaches: A Challenge for Fundamentalists, London: SPCK, 2004 ISBN 0281056803
  • Young, F. Lionel III, "To the Right of Billy Graham: John R. Rice's 1957 Crusade Against New Evangelicalism and the End of the Fundamentalist-Evangelical Coalition." Th.M. Thesis, Trinity Evangelical Divinity School, 2005.

[editar]Ver também


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